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Estado Islâmico liberta 170 trabalhadores sequestrados ontem

Em comunicado, o Observatório Sírio dos Direitos Humanos indicou que a libertação foi possível devido à mediação de autoridades locais


	Estado Islâmico: se aguarda a chegada progressiva dos funcionários libertados à localidade de Qalamoun
 (Sana / Reuters)

Estado Islâmico: se aguarda a chegada progressiva dos funcionários libertados à localidade de Qalamoun (Sana / Reuters)

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Da Redação

Publicado em 8 de abril de 2016 às 16h26.

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O grupo jihadista Estado Islâmico (EI) libertou hoje os 170 trabalhadores da cimenteira de Al Badiya (perto de Damasco, a capital da Síria), sequestrados na quinta-feira durante  ofensiva na zona de Ad Dumayr.

Em comunicado, o Observatório Sírio dos Direitos Humanos indicou que a libertação foi possível devido à mediação de autoridades locais.

O Observatório, que na quinta-feira informou que outros 140 trabalhadores tinham conseguido escapar aos seus captores, acrescentou que se aguarda a chegada progressiva dos funcionários libertados à localidade de Qalamoun.

No entanto, advertiu que segundo informações não confirmadas, o pessoal de segurança da fábrica e os homens leais ao regime do Presidente sírio Bashar al-Assad, que protegiam a zona e que também foram capturados, não foram libertados.

Até ao final da tarde de hoje não existia confirmação oficial da libertação destes sequestrados, cujo número segundo a agência noticiosa síria (Sana) é superior aos 300 trabalhadores e empresários da cimenteira, e não a 170 como refere o Observatório.

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