China reforça segurança para impedir protestos no Tibete
A polícia chinesa na região também alertou os funcionários e clérigos dos mosteiros que eles serão demitidos se qualquer problema surgir
Da Redação
Publicado em 31 de janeiro de 2012 às 16h14.
Pequim - Um funcionário graduado do governo chinês no Tibete ordenou um reforço da segurança nos mosteiros budistas e também nas principais rodovias, medidas vistas como tentativas do governo em evitar que se repitam no Tibete protestos que ocorrem nas províncias chinesas vizinhas. Ao inspecionar a capital tibetana de Lhasa nesta semana, o secretário do Partido Comunista na cidade, Qi Zhala, alertou os funcionários e clérigos dos mosteiros que eles serão demitidos se qualquer problema surgir. A polícia chinesa na região também foi alertada contra possíveis atos de sabotagem nas rodovias.
Os funcionários locais "precisam reconhecer profundamente o importante significado de preservar a estabilidade nos templos e mosteiros", disse o jornal estatal Tibet Daily, ao citar Qi. "Se esforcem para perceber o objetivo de 'nenhum grande incidente, nenhum incidente médio e nem mesmo um pequeno incidente'", afirmou.
Regiões com populações tibetanas na província vizinha de Sichuan assistiram a grandes protestos na semana passada. O governo chinês disse que "multidões violentas" atacaram a polícia e os civis. Policiais usaram a força para restaurar a ordem. O governo chinês afirmou que vários policiais foram feridos, enquanto ativistas disseram que pelo menos dois manifestantes foram mortos na semana passada.
Uma missão crucial para o governo chinês é impedir que os protestos se espalhem de Sichuan para o Tibete, especialmente para a capital Lhasa. Em 2008, violentos motins dos tibetanos em Lhasa deixaram pelo menos 22 pessoas mortas.
As informações são da Associated Press.
Pequim - Um funcionário graduado do governo chinês no Tibete ordenou um reforço da segurança nos mosteiros budistas e também nas principais rodovias, medidas vistas como tentativas do governo em evitar que se repitam no Tibete protestos que ocorrem nas províncias chinesas vizinhas. Ao inspecionar a capital tibetana de Lhasa nesta semana, o secretário do Partido Comunista na cidade, Qi Zhala, alertou os funcionários e clérigos dos mosteiros que eles serão demitidos se qualquer problema surgir. A polícia chinesa na região também foi alertada contra possíveis atos de sabotagem nas rodovias.
Os funcionários locais "precisam reconhecer profundamente o importante significado de preservar a estabilidade nos templos e mosteiros", disse o jornal estatal Tibet Daily, ao citar Qi. "Se esforcem para perceber o objetivo de 'nenhum grande incidente, nenhum incidente médio e nem mesmo um pequeno incidente'", afirmou.
Regiões com populações tibetanas na província vizinha de Sichuan assistiram a grandes protestos na semana passada. O governo chinês disse que "multidões violentas" atacaram a polícia e os civis. Policiais usaram a força para restaurar a ordem. O governo chinês afirmou que vários policiais foram feridos, enquanto ativistas disseram que pelo menos dois manifestantes foram mortos na semana passada.
Uma missão crucial para o governo chinês é impedir que os protestos se espalhem de Sichuan para o Tibete, especialmente para a capital Lhasa. Em 2008, violentos motins dos tibetanos em Lhasa deixaram pelo menos 22 pessoas mortas.
As informações são da Associated Press.