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Quando a publicidade vendia a morte

O Adnews All Stars relembra uma das campanhas mais memoráveis da História

EXAME.com (EXAME.com)

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Da Redação

Publicado em 2 de outubro de 2013 às 18h41.

São Paulo - "Meu trabalho requer certa... flexibilidade moral". A frase é do personagem Nick Naylor, do filme "Obrigado Por Fumar". Interpretado por Aaron Eckhart, o protagonista desta comédia-sátira é o principal porta-voz da indústria do tabaco na película dirigida por Jason Reitman.

A mesma "flexibilidade moral" que motiva Nick foi desculpa da indústria da propaganda durante anos para abocanhar contas rechonchudas de empresas de tabaco. Numa época em que nem todos os males do cigarro eram conhecidos, a Leo Burnett criou um clássico.

O Adnews All Stars de hoje relembra uma das campanhas mais memoráveis da História.

Criada pela agência nos anos 50 e eleita a 3ª melhor do século XX pelo Ad Age, o "Marlboro Man" (ou "Caubói da Marlboro", como ficou conhecido aqui no Brasil) protagonizou as propagandas do cigarro até o fim dos anos 90, quando a Philip Morris (atual Altria) "matou" o personagem (que ironia...).

Junto com o "Marlboro Man", a era dos Mad Mens na propaganda também se foi. Nada de redatores queimando a ponta dos dedos enquanto torram neurônios nas agências, nem salas de reuniões esfumaçadas pelas baforadas dos criativos.

Com a morte do "Caubói", um novo mundo surgiu e ele não é nada parecido com o de Marlboro.

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