20:17 •
01 JAN 2023
Lula vai a recepção de líderes internacionais no Itamaraty, último evento da posse
Encerrada a cerimônia de assinatura dos termos de posse dos novos ministros, o presidente Lula se dirige ao Itamaraty para um coquetel de recepção a líderes internacionais que vieram à posse. Mais cedo, ainda no Palácio do Planalto, Lula fez breve cumprimento individual a cada uma das lideranças internacionais presentes.
A recepção é o último dos eventos oficiais da agenda da posse, que chega perto de seu fim. Fora dos palácios, também continua em Brasília nesta noite o "Festival do Futuro", um festival artístico que deve totalizar 12 horas de shows.
A partir de amanhã, os nomes dos ministros indicados e dos decretos revogados durante a cerimônia de posse aparecem no Diário Oficial da União. Os ministros também participam oficialmente de cerimônias de transição de cargo ao longo da segunda-feira, 2, quando começam a trabalhar em suas respectivas pastas.
19:49 •
01 JAN 2023
Lula oficializa 37 pastas no primeiro escalão; veja lista
Após assinar os primeiros decretos, o novo governo fez a tradicional cerimônia com a nomeação do primeiro escalão do gabinete. São 37 ministérios ou órgãos do primeiro escalão, como a Advocacia-Geral da União. Veja a lista:
> Fernando Haddad (PT) – Ministério da Fazenda
> Flávio Dino (PSB) – Ministério da Justiça
> José Múcio Monteiro – Ministério da Defesa
> Mauro Vieira – Ministério das Relações Exteriores
> Rui Costa (PT) – Casa Civil
> Alexandre Padilha (PT) – Secretaria de Relações Institucionais
> Márcio Macedo (PT) – Secretaria-Geral da Presidência da República
> Jorge Messias – Advocacia-Geral da União
> Nísia Trindade – Ministério da Saúde
> Camilo Santana (PT) – Ministério da Educação
> Esther Dweck – Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos
> Márcio França (PSB) – Ministério de Portos e Aeroportos
> Luciana Santos (PCdoB) – Ministério da Ciência e Tecnologia
> Cida Gonçalves – Ministério das Mulheres
> Wellington Dias (PT) – Ministério do Desenvolvimento Social
> Margareth Menezes – Ministério da Cultura
> Luiz Marinho (PT) – Ministério do Trabalho
> Anielle Franco – Ministério da Igualdade Racial
> Silvio Almeida – Ministério dos Direitos Humanos
> Geraldo Alckmin (PSB) – Ministério da Indústria e Comércio
> Vinícius Carvalho – Controladoria-Geral da União
> Gonçalves Dias – Gabinete de Segurança Institucional
> Paulo Pimenta (PT) – Secretaria de Comunicação
> Carlos Fávaro (PSD) – Ministério da Agricultura
> Waldez Góes (PDT) – Ministério da Integração
> André de Paula (PSD) – Ministério da Pesca
> Carlos Lupi (PDT) – Ministério da Previdência
> Jader Filho (MDB) – Ministério das Cidades
> Juscelino Filho (União Brasil) – Ministério das Comunicações
> Alexandre Silveira (PSD) – Ministério de Minas e Energia
> Paulo Teixeira (PT) – Ministério do Desenvolvimento Agrário
> Ana Moser – Ministério do Esporte
> Marina Silva (Rede) – Ministério do Meio Ambiente
> Simone Tebet (MDB) – Ministério do Planejamento
> Daniela Souza Carneiro (União Brasil) – Ministério do Turismo
> Sonia Guajajara (PSOL) – Ministério dos Povos Originários
> Renan Filho (MDB) – Ministério dos Transportes
19:30 •
01 JAN 2023
Governo revoga decretos de Bolsonaro e assina novas medidas
Como parte da cerimônia de posse neste domingo, o presidente Lula assinou uma série de medidas, que incluíram revogação de decretos da época do governo Bolsonaro, como de acesso a armas, e cumprimento de promessas de campanha, como a Medida Provisória que garante o Bolsa Família.
Dentre as medidas assinadas por Lula, estão:
>> Decreto que reduz o acesso a armas e suspende o registro de novas armas de uso restrito de Caçadores, Atiradores e Colecionadores (CACs);
>> Retomada do Fundo Amazônia, que usará R$ 3,3 bilhões em doações internacionais;
>> Revogação de medida que incentivava garimpo ilegal na Amazônia;
>> Despacho que determina que a CGU avalie sigilos de 100 anos instaurados pelo governo Bolsonaro;
>> Medida Provisória para pagamento do Bolsa Família em R$ 600;
>> Prorrogação da desoneração de impostos federais sobre combustíveis por 60 dias.
19:21 •
01 JAN 2023
Posse tem 30 chefes de Estado e Governo e 65 delegações
Lula passou mais de meia hora recebendo chefes de Estado e delegações estrangeiras diante da cerimônia de posse. O presidente conversou brevemente com as delegações após seu discurso no Planalto.
Na sequência, haverá também um coquetel de recepção no Itamaraty logo após o fim da investidura dos ministros. O coquetel terá a presença de 30 chefes de Estado e de governo. Ao todo, são 65 delegações estrangeiras dos 5 continentes.
Mesmo assim, o número de delegações que vieram a Brasília neste domingo ainda é quase a metade na comparação com o primeiro mandato do petista, em 2003, quando 110 delegações estrangeiras vieram à capital federal. Veja a lista completa.
19:01 •
01 JAN 2023
Francisco: "mandei uma carta ao presidente dizendo que as crianças acreditam nele"
O menino Francisco, de 10 anos, um dos que subiram a rampa do Planalto junto a Lula, falou a jornalistas sobre sua participação. “Foi uma sensação muito grande, muito feliz e privilegiado por estar aqui com o presidente do Brasil. Eu mandei uma carta ao presidente dizendo que as crianças acreditam nele, e pra ele fazer o que prometeu", disse.
(Por Gilson Garrett Jr, de Brasília)
18:58 •
01 JAN 2023
Praça dos Três Poderes esvazia após fim de cerimônia
Após o fim do discurso de Lula no Planalto, começa a cair a noite em Brasília e a praça dos Três Poderes fica vazia. Lula seguiu para uma cerimônia de cumprimento a lideranças internacionais que vieram à posse.
A programação até o fim do dia inclui ainda posse dos ministros e foto oficial de Lula com os 37 Ministérios e, por fim, uma recepção para autoridades no Itamaraty, prevista para começar às 19h30.
17:50 •
01 JAN 2023
"Não existem dois Brasis", diz Lula em discurso no Planalto
Após receber a faixa presidencial, o presidente Lula fez longo discurso no Palácio do Planalto, sendo ovacionado por apoiadores que lotaram a Esplanada dos Ministérios. O presidente agradeceu ao povo brasileiro e citou os apoiadores que fizeram vigília em Curitiba, na época em que estava preso.
Em discurso mais forte do que o feito horas antes no Congresso e focado desta vez em sua base aliada, Lula assegurou que vai governar para todos e repetiu a frase dita logo após sua vitória nas eleições de que "não existem dois Brasis".
Ao falar sobre o combate à fome, o presidente se emocionou e afirmou que o combate às desigualdades será uma prioridade. "A volta da fome é um crime, o mais grave de todos, cometido contra o povo brasileiro", disse.
"A fome é filha da desigualdade, que é mãe dos grandes males que atrasam o desenvolvimento do Brasil. A desigualdade apequena este nosso país de dimensões continentais, ao dividi-lo em partes que não se reconhecem." Leia na íntegra.
17:30 •
01 JAN 2023
Quem são as pessoas que subiram a rampa com Lula
Ao subir a rampa do Palácio do Planalto, o presidente Lula recebeu a faixa presidencial de um grupo representativo da sociedade civil, que incluiu crianças, negros e indígenas, como o cacique Raoni Metuktire e o menino Francisco, morador de Itaquera em São Paulo, de 10 anos de idade.
O gesto veio após dias de mistério sobre quem transmitiria a faixa presidencial a Lula, uma vez que o presidente Jair Bolsonaro viajou para os EUA antes do fim do mandato e não esteve na cerimônia de transição de poder. Veja aqui o perfil das pessoas escolhidas para subir a rampa do Planalto.
17:02 •
01 JAN 2023
Representantes da sociedade civil passam faixa a Lula
Ao subir a rampa do Palácio do Planalto, o presidente Lula recebeu a faixa presidencial de um grupo representativo da sociedade civil, que inclui crianças, negros e indígenas, como o cacique Raoni Metuktire. O gesto veio após dias de mistério sobre quem transmitiria a faixa presidencial a Lula, uma vez que o presidente Jair Bolsonaro viajou para os EUA antes do fim do mandato e não está na cerimônia de transição de poder.
Lula se emocionou no momento da colocação da faixa e acenou aos apoiadores presentes na Esplanada dos Ministérios, momentos antes de chamar o vice, Geraldo Alckmin, para uma foto. O hino nacional foi tocado na sequência.


