Especialistas apontam equívocos na crítica de Warren Buffett ao Bitcoin

Warren Buffett disse que não compraria todos os bitcoins do mundo nem por US$ 25, mas especialistas discordam do megainvestidor
Warren Buffett disse que não compraria todos os bitcoins do mundo nem por US$ 25, mas especialistas discordam do megainvestidor (Unsplash/Reuters)
Warren Buffett disse que não compraria todos os bitcoins do mundo nem por US$ 25, mas especialistas discordam do megainvestidor (Unsplash/Reuters)
Por EMPIRICUS - UM CONTEÚDO PROMOCIONALPublicado em 05/05/2022 10:00 | Última atualização em 04/05/2022 18:40Tempo de Leitura: 8 min de leitura

Este conteúdo é patrocinado e apresentado por Empiricus.

Warren Buffett fez duras críticas ao Bitcoin e às criptomoedas no último fim de semana. O megainvestidor afirmou que não compraria todos os bitcoins do mundo nem se lhe oferecessem pelo preço simbólico de US$ 25.

Buffett, que é o maior guru da escola de valor nos investimentos, já se posicionou diversas vezes contra o Bitcoin. O bilionário é conhecido por investir em excelentes empresas, com foco no longo prazo e na geração de valor para a sociedade.

Esse é justamente o ponto da crítica de Buffett. Ele afirma que o Bitcoin não produz nenhum valor para o mundo, e a única forma de ganhar dinheiro com isso é revendendo o ativo por um preço maior depois.

Veja o que Warren Buffett disse sobre o Bitcoin

Buffett afirmou que compraria 1% de todas as terras dos EUA ou 1% de todos os prédios por US$ 25 bilhões, por serem ativos que geram valor para as pessoas. Mas, no caso do Bitcoin, Buffett não compraria todos os bitcoins do mundo nem por US$ 25.

"Agora, se você me dissesse que possui todos os bitcoins do mundo e me oferecesse por US$ 25, eu não aceitaria. O que eu faria com isso? Eu teria que vendê-los de volta para você de uma forma ou de outra. Ele não vai fazer nada. Os apartamentos vão produzir renda e as fazendas vão produzir alimentos", afirmou o investidor.

Buffett não é o único grande investidor com críticas ao Bitcoin. Diversas outras personalidades já se posicionaram contra o ativo, como Nassim Taleb, Bill Gates e o próprio Charlie Munger, sócio de Buffett. 

No Brasil, outro investidor famoso, Luiz Barsi, também se posicionou recentemente contra o Bitcoin. "Criptomoeda é fantasia. Eu acredito em dividendos", disse o bilionário em uma entrevista à Exame.

Mas essa opinião não é compartilhada por todos os bilionários. Alguns, como Elon Musk, Tim Cook e Jack Dorsey, já revelaram serem entusiastas da criptomoeda.

Além disso, os maiores especialistas no assunto não têm dúvida de que Buffett está equivocado quando o assunto são criptomoedas.

Mais do que isso, muitos acreditam que o Bitcoin e outras criptomoedas são uma excelente forma de buscar enriquecimento no médio e longo prazo. Afinal, desde que foi criado, o Bitcoin já foi capaz de transformar R$ 100 investidos em mais de R$ 1,4 milhão.

E quem acredita que esse movimento se deu por conta de uma bolha ou por especulação não poderia estar mais enganado. É claro que existem momentos de especulação no mercado de criptomoedas – como em qualquer mercado conhecido pela humanidade.

Porém, segundo especialistas, o Bitcoin cresceu e se desenvolveu ao longo do tempo justamente por ser um ativo de valor, que resolve problemas do mundo real.

Talvez uma das melhores obras no Brasil sobre o assunto seja o livro "Criptomoedas: Melhor que Dinheiro", do qual o analista Vinícius Bazan é coautor.

Bazan explica na obra todo o contexto histórico da criação do Bitcoin e mostra, justamente, que ele existe para poder resolver problemas inevitáveis do sistema financeiro tradicional.

Entenda por que especialistas afirmam que o Bitcoin é mais valioso do que o dólar

O Bitcoin surgiu em 2009, logo após a grande crise de 2008. Na época, o governo dos Estados Unidos "mexeu os pauzinhos" para garantir que algumas instituições não quebrassem durante a crise.

Como o governo faz isso? Simplesmente imprimindo mais dinheiro. Existem diversos exemplos disso na história – alguns até mais recentes e que deixam claro como toda essa estrutura é problemática.

Veja a crise da pandemia, por exemplo. Todos os governos do mundo fizeram injeções cavalares de dinheiro na economia, como forma de combater a crise. Porém, alguns argumentam que eles podem ter exagerado na dose.

No caso dos EUA, por exemplo, o movimento foi impressionante. Dê uma olhada na manchete abaixo:

Fonte: Blocktrends, 12/04/2022

É isso mesmo que você leu. 43% de todos os dólares da história foram criados nos últimos dois anos.

O que um movimento tão massivo como esse faz com o poder de compra das pessoas? A resposta é uma simples aplicação da lei de oferta e demanda. Em condições normais, se aumenta a quantidade de dinheiro em circulação, o valor dele diminui.

Confisco da poupança dos anos 90 mostra o que pode acontecer com o dinheiro do governo

Estamos sentindo os efeitos disso também aqui no Brasil, com a inflação batendo recorde atrás de recorde. Claro que existem outros fatores envolvidos, como aumento do preço dos combustíveis, mas é inegável que a injeção de dinheiro tem peso importante nesse fenômeno.

É por isso que, enquanto Buffett defende que o Bitcoin não tem valor, muitos especialistas acreditam que o que não tem valor nenhum é o dólar, o real e outras moedas fiduciárias.

Afinal, o seu dinheiro não é realmente seu. O seu poder de compra é totalmente determinado pelas políticas monetárias do país. Além disso, também sabemos que já houve o confisco, literalmente da noite para o dia, de todo o dinheiro da população. Foi o que aconteceu durante o governo Collor.

Aliás, algo semelhante já está acontecendo na Rússia. Durante a guerra contra a Ucrânia, o governo russo limitou os saques em moedas estrangeiras.

Fonte: Seu Dinheiro

O caso da crise na Rússia e na Ucrânia também é útil para mostrar o valor das criptomoedas no mundo real. Isso porque em ambos os países houve confisco de dinheiro, bloqueio de cartões de crédito e outras medidas econômicas que prejudicaram os cidadãos.

Nesse cenário, o único dinheiro acessível para muitas pessoas eram as criptomoedas, como Bitcoin e Ethereum.

Fonte: Twitter

Mais uma vez, casos como esses mostram como o dinheiro fiduciário é frágil. Da noite para o dia, a depender da vontade de um governo, toda sua vida financeira pode ser destruída.

Investir em criptomoedas é bastante parecido com investir em ações; entenda por quê

Vale lembrar também que, além do Bitcoin e do Ethereum, existem centenas de criptomoedas com propostas de valor sérias e que buscam resolver problemas reais da sociedade.

Na prática, investir em criptomoedas é muito parecido com o investimento em ações. Bazan, por exemplo, é um analista especializado em estudar os fundamentos dos projetos por trás das criptomoedas.

Ou seja, da mesma forma que você compra ações para se expor ao crescimento de uma empresa, você pode comprar criptomoedas pra se expor ao crescimento dos projetos digitais.

A diferença, no entanto, é que esses projetos virtuais têm potencial explosivo e podem, literalmente, transformar alguns trocados em uma fortuna.

O próprio Bazan é responsável por dar recomendações de investimentos que, literalmente, criaram muitos milionários brasileiros nos últimos anos.

Pra você ter uma ideia, ele recomendou a compra de Bitcoin em 2017, quando a moeda custava US$ 1600. Desde então, o Bitcoin disparou e atingiu a máxima histórica de US$ 69 mil. Quem comprou quando Bazan indicou, teve a oportunidade de transformar 1.000 reais em R$ 43 mil.

E isso sem falar das outras recomendações feitas por Bazan e seu time de especialistas. Dê uma olhada na imagem abaixo:

QUERO SABER QUAIS AS MOEDAS QUE TEM GRANDES CHANCES DE PASSAR POR MULTIPLICAÇÕES COMO ESSAS

Essas são recomendações recentes feitas pelo time. No melhor caso, R$ 1.000

investidos puderam se transformar em R$ 319 mil apenas 10 meses depois.

Claro que retornos passados não garantem retornos futuros, mas é certo que muitas criptomoedas ainda podem disparar de preço e mudar a vida financeira de quem apostou nos projetos.

E considerando o histórico consistente de resultados, a chance de uma dessas moedas estar entre as recomendações de Bazan é altíssima.

Por isso, não importa se você gosta ou não do Bitcoin, como Buffett e outros bilionários. Não faz sentido ficar de fora dessa aposta.

O mais prudente é colocar um pequeno valor, algo que você não se importa em arriscar. Se o dinheiro for pra zero, você não se machuca. Se a criptomoeda disparar, você tem chance de ficar rico. É um jogo simples.

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Criptogemas: aqui está sua segunda chance de ficar rico com criptomoedas

E se você quer saber quais são as próximas moedas com potencial de mudar sua vida financeira, fique atento. Bazan está estudando incessantemente uma classe de criptomoedas ainda desconhecidas com potencial astronômico.

Segundo o especialista, essa é sua segunda chance de enriquecer. Uma nova classe de moedas está sendo lançada no mercado: as criptogemas.

O analista acredita que essas moedas possuem potencial de proporcionar ganhos tão grandes quanto o Bitcoin no início. Ou seja, você pode investir alguns trocados e ter a chance de acumular uma fortuna.

"Se você não comprou Bitcoin em 2010, quando ele valia centavos, fique atento: sua segunda chance acabou de surgir. Você pode fazer uma pequena aposta nessas moedas e tem a chance real de enriquecer muito rápido. Essas criptomoedas são minúsculas e podem explodir de preço em pouco tempo." – Vinícius Bazan

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