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Dólar avança com cautela no exterior e início de balanços nos EUA

Às 9:45 o dólar avançava 0,50%, cotado a R$ 5,55. Hoje, antes do início do pregão, Citi e JP anunciam seus resultados

Investidores continuam atentos a pacotes de emergência que possam ser divulgados, bem como lockdowns na Europa. (Gary Cameron/Reuters)

Marília Almeida

Publicado em 13 de outubro de 2020 às 09h13.

Última atualização em 20 de outubro de 2020 às 14h54.

O dólar era negociado entre estabilidade e alta contra o real às 9h45 desta terça-feira, 13, na volta de feriado. No início da sessão o dólar avançava 0,49%, cotado a R$ 5,55. Na B3, o dólar futuro tinha alta de 0,78%, a R$ 5,57 reais.

O movimento está em linha com o mercado no exterior, diz VaneiNagem, analista decâmbioda Terra Investimentos."O real abriu de forma semelhante ao peso mexicano."

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O dólar fechou a última sessão, na sexta-feira, em queda de 1,12%, a R$ 5,52. Era esperado que houvesse uma forte oscilação, precificando a sessão de segunda-feira no exterior na sessão de hoje, volta do feriado.

Contudo em um dia vazio de notícias, analisa Nagem, isso não aconteceu. "No fim de semana não houve nada que tem impacto sobre o mercado. Portanto, a tendência é que a moeda tenha um dia sem fortes oscilações."

Porém, quando há uma acomodação do mercado, Nagem verifica que pode haver a tendência de que o Real inverta a tendência e se desvalorize ante o dólar. Isso acontece porque a moeda brasileira está acima do seu preço real.

Investidores continuam atentos a pacotes de emergência que possam ser divulgados nos EUA, bem como lockdowns que devem ser anunciados na Europa e também a suspensão de testes da vacina contra coronavírus fabricada pela Johnson & Johnson.

Outra questão no radar é o início da temporada de balanço das empresas americanas. Nesta terça-feira, J.P Morgan e Citi divulgam seus números antes do início do pregão.

O Banco Central fará nesta terça-feira leilão de swap tradicional para rolagem de até 10 mil contratos com vencimento em abril e julho de 2021. Dependendo dos números, pode apontar uma tendência, mas nada que tenha um grande impacto sobre o mercado, considerando os últimos leilões, analisa Nagem.

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