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China e NY trazem pressão de baixa à Bovespa

O déficit comercial de US$ 22,98 bilhões da China em fevereiro é bastante inferior à previsão inicial dos economistas


	Prédio da Bovespa, em São Paulo: às 10h33, Ibovespa acelerou a queda e perdia 1,17%, aos 45.703 pontos
 (Nacho Doce/Reuters)

Prédio da Bovespa, em São Paulo: às 10h33, Ibovespa acelerou a queda e perdia 1,17%, aos 45.703 pontos (Nacho Doce/Reuters)

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Da Redação

Publicado em 10 de março de 2014 às 11h11.

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São Paulo - Mais uma vez os dados decepcionantes da China exercem pressão negativa para a bolsa doméstica, que chegou a perder os 45 mil pontos logo após a abertura, renovando a mínima do ano.

O déficit comercial de US$ 22,98 bilhões da China em fevereiro, bastante inferior à previsão de superávit feita pelos economistas, puxa nova rodada de queda para as ações da Vale acima de 2%. Petrobras perdia 0,30%.

Às 10h33, pouco depois da abertura de Nova York - que em função do horário de verão nos Estados Unidos passa a operar a partir de 10h30 - o Ibovespa acelerou a queda e perdia 1,17%, aos 45.703 pontos.

Depois de encerrar a última sexta-feira no menor nível desde 3 de fevereiro, a Bolsa brasileira inicia o pregão abaixo de importante suporte na mínima do ano, ao redor dos 46,1 mil pontos. Nos Estados Unidos, o S&P 500 marcava queda de 0,22% no mesmo horário.

Após a criação de mais vagas do que o esperado no mercado de trabalho norte-americano em fevereiro, conforme revelado na sexta-feira, 7, os investidores estão apreensivos quanto à estratégia de saída dos estímulos monetários pelo Federal Reserve.

O presidente do Federal Reserve da Filadélfia, Charles Plosser, falou nesta manhã em um evento em Paris e argumentou que o ritmo de redução de compras mensais de ativos do Fed talvez precise ser acelerado. Os dirigentes do Fed se reúnem na semana que vem para definir os rumos da política monetária dos EUA na primeira reunião sob o comando da nova presidente, Janet Yellen.

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