• BVSP 117.669,90 -0,5%
  • USD 5,6926 +0,0000
  • EUR 6,7616 +0,0000
  • ABEV3 15,43 -0,13%
  • BBAS3 29,27 +0,55%
  • BBDC4 25,25 +0,04%
  • BRFS3 23,91 -1,97%
  • BRKM3 43,57 -0,98%
  • BRML3 9,95 +1,95%
  • BTOW3 62,7 -0,85%
  • CSAN3 89,25 -0,45%
  • ELET3 35,45 -1,50%
  • EMBR3 16,02 -0,37%
  • Petróleo 59,31 +0,00%
  • Ouro 1.866,70 +0,00%
  • Prata 25,34 +0,00%
  • Platina 1.208,00 +0,00%

Em encontro do G7, Biden promete avançar sua “revolução verde”

Presidente americano fará seu primeiro evento com outros líderes mundiais. China e pandemia também estão na pauta

O presidente americano, Joe Biden, participa de um encontro virtual das lideranças do G7, grupo de sete das principais economias do mundo, nesta sexta-feira, 19.

Será o primeiro evento internacional do democrata com a participação de outros líderes globais – fazem parte do G7 Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido. Biden deve falar sobre três assuntos: pandemia, China e a transição energética para combustíveis menos poluentes.  

Quer aprender mais sobre ESG? Conheça o novo curso da Exame Academy sobre o tema

Segundo a Casa Branca, o presidente irá discutir planos de enfrentamento da covid-19 e como reconstruir a economia global. Nesse último aspecto, a expectativa é de que o tema do meio ambiente, em especial a transição energética, esteja em destaque.

A ambição de Biden é promover uma verdadeira “revolução verde” no setor de energia americano.  

O assunto ganhou destaque nesta semana em virtude da onda de frio que abateu sobre os Estados Unidos e provocou apagões no Texas, deixando dezenas de mortos.

Republicanos mais radicais chegaram a culpar as turbinas eólicas do estado, que congelaram parcialmente, pelos problemas. Mas elas representaram apenas 12% da energia perdida. Foram as usinas a gás que causaram o maior estrago.  

Biden pretende colocar em prática uma versão do “green deal”, plano de reforma econômica, elaborado por democratas, que insere a questão ambiental no centro das políticas de governo. Em grande parte, a ideia é reduzir a dependência de fontes fósseis de energia e confiar cada vez mais nas renováveis.  

A questão China 

De acordo com comunicado divulgado pela Casa Branca, Biden também irá discutir a necessidade de “atualizar as regras globais para superar desafios econômicos como os impostos pela China”. É um sinal de que a guerra comercial entre China e Estados Unidos, iniciada pelo ex-presidente Donald Trump, deve continuar.  

Na semana passada, Biden falou pela primeira vez com o líder chinês, Xi Jinping, por telefone. Na ligação, Biden expressou suas "profundas preocupações" sobre as práticas econômicas "injustas e coercitivas" de Pequim, sobre a repressão em Hong Kong e sobre "violações dos direitos humanos em Xinjiang", região onde vive a minoria muçulmana uigur. 

Biden também disse  que o Pentágono vai revisar sua estratégia em relação à China, mirando áreas essenciais, incluindo inteligência, tecnologia e presença militar de Washington na região. 

Assine a newsletter Exame.ESG e descubra como a sustentabilidade empresarial impacta diretamente a performance de seus investimentos

Obrigado por ler a EXAME! Que tal se tornar assinante?


Tenha acesso ilimitado ao melhor conteúdo de seu dia. Em poucos minutos, você cria sua conta e continua lendo esta matéria. Vamos lá?


Falta pouco para você liberar seu acesso.

exame digital

R$ 12,90
  • Acesse onde e quando quiser.

  • Acesso ilimitado a conteúdos exclusivos sobre macroeconomia, mercados, carreira, empreendedorismo, tecnologia e finanças.
Assine

exame digital + impressa

R$ 29,90/mês
  • Acesse onde e quando quiser

  • Acesso ilimitado a conteúdos exclusivos sobre macroeconomia, mercados, carreira, empreendedorismo, tecnologia e finanças.

  • Edição impressa mensal.

  • Frete grátis
Assine

Já é assinante? Entre aqui.