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Muse da Meta: 6 formas de usar o agente de IA e economizar tempo

Lançado em setembro, o Muse foi desenvolvido para executar tarefas em vez de apenas responder perguntas e pode ser usado em diferentes rotinas profissionais

Muse da Meta: 6 formas de usar o agente de IA e economizar tempo (Reprodução)

Muse da Meta: 6 formas de usar o agente de IA e economizar tempo (Reprodução)

Publicado em 28 de setembro de 2026 às 14h02.

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A inteligência artificial começa a ganhar espaço em atividades que antes exigiam uma sequência de ações manuais. Um exemplo recente é o Muse, agente de IA da Meta lançado em setembro de 2026.

Diferentemente de um chatbot tradicional, o Muse foi desenvolvido para executar tarefas. O agente consegue navegar pela internet, preencher formulários, trabalhar com arquivos, criar documentos e interagir com aplicativos conectados, segundo a Meta.

Para profissionais, isso abre possibilidades que vão além de pedir à IA um texto ou uma resposta. Veja seis maneiras de utilizar o Muse em atividades do trabalho.

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1. Pesquisar informações na internet

O Muse pode acessar sites, realizar buscas e reunir informações para uma determinada tarefa. Isso permite utilizá-lo em etapas iniciais de pesquisas profissionais, como levantamento de concorrentes, busca de referências ou acompanhamento de determinado assunto.

Em vez de abrir diversas páginas e organizar manualmente as informações, o profissional pode definir o objetivo e deixar o agente executar parte do processo. A própria Meta descreve o recurso como capaz de pesquisar, navegar e realizar tarefas no navegador.

O resultado ainda precisa ser revisado pelo usuário, principalmente quando a pesquisa envolve informações importantes para decisões profissionais.

2. Organizar e-mails

Outra possibilidade é utilizar o Muse para lidar com tarefas relacionadas à caixa de entrada. O agente pode analisar mensagens e ajudar a identificar o que precisa de atenção.

Isso pode ser útil para separar comunicações urgentes, encontrar informações específicas ou organizar uma rotina de acompanhamento.

A Meta também afirma que o Muse pode atuar sobre e-mails e, dependendo das permissões concedidas, realizar ações em nome do usuário. A ferramenta solicita aprovação antes de determinadas ações sensíveis, como o envio de uma mensagem.

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3. Criar documentos e outros materiais

O Muse também pode transformar uma solicitação em um material estruturado. Segundo a Meta, o agente consegue produzir documentos, PDFs, páginas da web e outros chamados artefatos.

Um profissional pode, por exemplo, pedir uma estrutura inicial para um relatório, organizar informações em um documento ou transformar dados reunidos durante uma pesquisa em um material para revisão.

A vantagem está em reduzir etapas operacionais, mas a revisão humana continua necessária antes que o conteúdo seja utilizado profissionalmente.

4. Preencher formulários e executar tarefas na web

Uma das características que diferencia agentes de IA de assistentes convencionais é a capacidade de agir no navegador.

O Muse pode abrir páginas, navegar por sites e preencher formulários. Na prática, isso pode ajudar em tarefas administrativas que exigem várias etapas, desde que o usuário conceda as permissões necessárias.

A ferramenta também foi desenvolvida para interromper o processo e solicitar autorização antes de determinadas ações que podem ter consequências, como compras ou envio de e-mails.

5. Acompanhar tarefas e objetivos

Nem todo uso de inteligência artificial precisa terminar em uma resposta imediata. O Muse também foi projetado para continuar trabalhando em determinadas tarefas depois que o usuário fecha o aplicativo.

O profissional pode estabelecer um objetivo e permitir que o agente acompanhe o andamento, retome uma atividade quando houver alguma mudança ou peça autorização quando uma decisão depender da pessoa.

Esse modelo pode ser útil para atividades recorrentes, acompanhamento de prazos e tarefas que exigem mais de uma interação.

6. Trabalhar com arquivos e aplicativos

O Muse também pode atuar sobre o ambiente digital do usuário. A versão para computador, por exemplo, foi apresentada pela Meta como capaz de trabalhar com arquivos, aplicativos e abas abertas no navegador.

Isso amplia o uso da IA para situações em que as informações já estão distribuídas em diferentes ferramentas. Um profissional pode utilizar o agente para conectar etapas de uma tarefa, em vez de copiar manualmente informações entre diferentes ambientes.

O que considerar antes de delegar tarefas

Quanto maior o nível de autonomia de um agente, maior é a importância de definir limites de acesso. O Muse permite escolher quais aplicativos serão conectados e quais permissões serão concedidas.

A questão também envolve dados profissionais e pessoais. A Meta afirma que o Muse possui mecanismos de aprovação para ações sensíveis e oferece controles para alterar ou desconectar serviços.

Além disso, testes e análises iniciais do produto levantaram questões sobre a quantidade de informações que um agente com acesso a diferentes serviços pode consultar, reforçando a necessidade de avaliar permissões antes de utilizá-lo em atividades sensíveis.

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