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Por que milhões de pessoas (e até o Cristo) apagarão as luzes dia 26?

O gesto simbólico de ficar no escuro por 1h faz parte da campanha Hora do Planeta, o maior movimento global de conscientização sobre as mudanças climáticas
 (Divulgação/WWF-Brasil)
(Divulgação/WWF-Brasil)
Por Da RedaçãoPublicado em 25/03/2022 07:00 | Última atualização em 23/03/2022 13:54Tempo de Leitura: 5 min de leitura

No próximo dia 26, das 20h30 às 21h30, o Cristo Redentor, um dos maiores cartões-postais do Brasil, vai ficar no escuro. No mundo todo, outros monumentos icônicos e milhões de pessoas também vão desligar suas luzes por 1h.

A ação faz parte da Hora do Planeta, conhecida internacionalmente como Earth Hour, principal movimento global pela natureza, organizado pela rede WWF. Trata-se de um ato simbólico para lembrar indivíduos, empresas e poder público dos grandes e urgentes desafios ambientais do nosso tempo: conter as mudanças climáticas e a perda de biodiversidade.

“É a maior campanha do mundo de mobilização dos atores da sociedade para alertar sobre a importância de combater a crise climática, com soluções concretas para conter o aquecimento da Terra a 1,5 ºC, objetivo do Acordo de Paris”, diz Gabriela Yamaguchi, diretora de engajamento do WWF-Brasil.

Realizada sempre no último sábado de março, às 20h30 do horário local, a iniciativa acontece há 15 anos globalmente e há 13 por aqui. A primeira edição foi em Sydney, na Austrália, quando a organização não governamental convidou a população para mostrar que as pessoas estavam preocupadas com as questões climáticas e havia um desejo coletivo de que algo fosse feito.

“Na época, os governos em geral, incluindo o da Austrália, ainda eram céticos em relação à necessidade de políticas públicas e compromissos mais austeros para endereçar a crise do clima. A mobilização então nasceu com a expectativa de mostrar o engajamento das pessoas”, conta Gabriela.

A famosa Ópera de Sydney apagada durante a Hora do Planeta (Rede WWF/Divulgação)

Adesão recorde

De 2007 para cá, o movimento ganhou o mundo – no ano passado, teve a participação recorde de 192 países e territórios – e, mais do que um apagar de luzes, se tornou uma importante oportunidade de debater sobre o futuro do planeta e impulsionar mudanças legislativas.

“A campanha deixou de ser um gesto momentâneo. É uma mensagem permanente de conscientização, sempre com o foco do que as pessoas podem fazer para integrar essa transformação e participar de um debate público, ficando atentas às políticas públicas relacionadas às soluções”.

E a adesão só tem crescido. Com um evento online, devido às restrições geradas pela pandemia, a última edição ofereceu uma série de apresentações e discussões para o público, sendo trending topic em 42 países e gerando 9,6 bilhões de impressões de mídia social.

No Brasil, antes de as luzes serem desligadas, o Festival Digital Hora do Planeta trouxe, durante sete horas, diversos convidados, entre especialistas e personalidades, para debater ao vivo as principais questões ambientais. De janeiro a março, os posts com a hashtag #HoraDoPlaneta nas redes sociais alcançaram 6,7 bilhões de impressões.

Fora do ambiente digital, em 15 cidades brasileiras 35 prédios, fachadas e monumentos ficaram no escuro por 1h e quatro capitais receberam projeções relacionadas à campanha.

Edição 2022

Neste ano, a programação da Hora do Planeta segue no formato digital e será um pouco mais curta, das 17h30 às 21h30. Usando a hashtag #ConstruaNossoFuturo, o festival terá como grande tema a justiça climática, que se destacou na última Conferência da ONU sobre o Clima, a COP26, como um dos assuntos mais relevantes.

“Na COP, ficou evidente a importância da participação nas discussões dos povos tradicionais, das comunidades extrativistas, dos indígenas e das populações periféricas mais fragilizadas, que são os primeiros a sofrer com a injustiça climática – com enchentes, seca, falta de infraestrutura, falta de água, aumento do preço dos alimentos”, diz a diretora de engajamento.

Por isso, o evento de 2022 vai priorizar dar voz a essas comunidades, essenciais para o desenho de projetos e tomadas de decisão. Contará ainda com lideranças jovens, falando do trabalho da juventude na busca por soluções concretas para a restauração de ecossistemas, e atividades educativas e interativas como gameshow, peça de teatro, Cine Debate.

Além do Cristo, entre os monumentos que apagarão suas luzes desta vez estão Museu do Amanhã (RJ), MAC (RJ), Teatro Municipal do Rio de Janeiro (RJ), Museu Histórico de Santa Catarina (SC) e Chalé da Pedra (Quixadá – CE).

(ARTE/Exame)

De acordo com o WWF-Brasil, a mensagem do festival este ano é de ação, para restaurar não só a natureza, mas nossa relação com ela. "É necessário parar de ignorar que o nosso planeta está sendo devastado e que só preservar não é mais o suficiente. É tempo de agir, é tempo de construir o nosso futuro”, resume Gabriela.

A inscrição na iniciativa está aberta a pessoas físicas, empresas, prefeituras, associações e organizações, que também podem organizar ações em parceria com a campanha. Para se inscrever, basta acessar este link.

O primeiro passo para participar é desligar as luzes durante a Hora do Planeta. Mas a ideia é que o interruptor seja apenas o começo da jornada. O objetivo desses 60 minutos é inspirar as pessoas a apoiar projetos de restauração da natureza ou iniciar o movimento em suas comunidades.

Baianas da escola de samba Vai Vai, em São Paulo,em evento oficial da Hora do Planeta (WWF-Brasil/Divulgação)

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