TCU e BNDES anunciam cerimônia de lançamento da Rede Blockchain Brasil

Instituições decidiram adotar a tecnologia disruptiva para aumentar a segurança e a transparência nos procedimentos efetuados pelo setor público
Rede Blockchain Brasil é um projeto sem fins lucrativos (SOPA Images/Getty Images)
Rede Blockchain Brasil é um projeto sem fins lucrativos (SOPA Images/Getty Images)
Por Cointelegraph BrasilPublicado em 27/05/2022 18:30 | Última atualização em 27/05/2022 18:30Tempo de Leitura: 2 min de leitura

O Tribunal de Contas da União (TCU) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciaram na última terça-feira (25) o lançamento oficial da Rede Blockchain Brasil (RBB), que acontece na próxima segunda-feira (30), das 15h às 17h, em uma cerimônia no Auditório Ministro Pereira Lira, na sede do TCU, em Brasília (DF).

O projeto começou a ser idealizado em 2018, quando a tecnologia passou a ser amplamente discutida no âmbito da transformação digital na administração pública em relação ao aprimoramento da segurança e da transparência nos procedimentos de instituições públicas e de interesse público, de acordo com o TCU e o BNDES.

No início de maio, o TCU e o BNDES formalizaram um acordo de cooperação técnica para a criação da RBB, publicado na edição de 18 de abril do Diário Oficial da União (DOU).

(Mynt/Divulgação)

Sem fins lucrativos, a RBB terá abrangência nacional e vai conectar as instituições participantes em uma estrutura de governança e infraestrutura tecnológica com o propósito de facilitar a adoção da tecnologia blockchain em soluções voltadas ao interesse público, segundo comunicado das instituições.

Durante a cerimônia de lançamento, o TCU e o BNDES prometeram dar o pontapé inicial para um trabalho de divulgação da rede a futuros participantes interessados em fortalecer e ajudar manter o ecossistema brasileiro de inovação voltado para esta tecnologia. Ocasião em que alguns participantes da rede, que já atuam em fase experimental e vêm discutindo aspectos técnicos, farão pronunciamentos a respeito de suas experiências de uso.

Em março, durante o Ehereum.Rio, o chefe de iniciativas de blockchain do BNDES, Gladstone Arantes, revelou que a RBB deveria usar o hub para o desenvolvimento de blockchain Hyperledger Besu 2.0, o que deu pistas de uma possível adoção do mecanismo de prova de autoridade que, neste caso, seria uma camada de controle de agentes estatais, já que, embora o Besu possua mecanismos de prova de trabalho (PoW), a RBB na terá mineração, de acordo com o que foi informado.

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