Future of Money

Morgan Stanley: ‘inverno cripto’ acabou e bitcoin pode bater novos recordes de preço em 2024

Especialistas do gigante bancário acreditam que mercado de baixa do bitcoin pode ter ficado para trás de vez e um acontecimento poderá desencadear novas máximas no próximo ano

Morgan Stanley (Mario Tama/Getty Images)

Morgan Stanley (Mario Tama/Getty Images)

Da Redação
Da Redação

Redação Exame

Publicado em 19 de outubro de 2023 às 17h18.

Última atualização em 19 de outubro de 2023 às 17h21.

O bitcoin despencou mais de 80% em 2022 no que ficou conhecido como o “inverno cripto”. Mas essa fase ficou oficialmente para trás, segundo os especialistas de gestão de fortunas do banco Morgan Stanley. Para melhorar, na opinião deles a principal criptomoeda deve bater novos recordes de preço em breve, após um evento chamado de halving.

Programado para 2024, o halving corta a emissão do bitcoin pela metade a cada quatro anos e já possui um histórico de otimismo. Nas últimas ocasiões, o halving sempre foi seguido de um forte movimento de alta na criptomoeda, que é a maior do mundo em valor de mercado atualmente.

Fim do inverno cripto

Segundo dados apurados pelos especialistas do Morgan Stanley, os ciclos de queda do bitcoin atingem o “fundo”, cerca de 12 a 14 meses depois da máxima histórica. E assim foi com o bitcoin em novembro de 2022, atingindo o fundo um ano depois de sua máxima histórica de US$ 69 mil em novembro de 2021.

Desde então, o bitcoin já subiu mais de 77%, apontam os analistas, sinalizando que novembro de 2022 foi de fato o fundo do “inverno cripto”.

“Com base nos dados atuais, os sinais indicam que o inverno criptográfico pode estar no passado e que a primavera criptográfica provavelmente está no horizonte. Um aumento de 50% no preço em relação ao mínimo do bitcoin é normalmente um bom sinal de que o mínimo foi alcançado”, escreveu o estrategista Denny Galindo. A maior criptomoeda do mundo aumentou 70% no acumulado do ano e 77% em relação aos mínimos do ano passado”, diz a publicação no site do Morgan Stanley Wealth Management.

yt thumbnail

Alta após o halving

Programado digitalmente para ser escasso, o bitcoin é a primeira criptomoeda do mundo e chega a ser comparado com o ouro como ativo de proteção contra a inflação. Ele possui um limite de emissão de 21 milhões de unidades, das quais mais de 19 milhões já foram mineradas. O halving é um processo que corta a emissão da criptomoeda pela metade a cada quatro anos.

Historicamente, os movimentos de alta do bitcoin vieram diretamente após o halving, conforme apontou Danny Galindo, estrategista do Morgan Stanley.

“A maior parte dos ganhos do bitcoin vem diretamente após o halving, e este período de alta começa com o evento de halving e termina quando o preço do bitcoin atinge seu pico anterior”, disse ele.
“Ao limitar intencionalmente a oferta de novos bitcoins, a escassez causada pelo halving pode afetar o preço do bitcoin para potencialmente estimular um movimento de alta. Já aconteceram três corridas desse tipo no bitcoin desde o seu início, cada uma durando 12 a 18 meses após o halving.”

Faça o seu dinheiro crescer! Invista em criptomoedas com Mynt e comece a lucrar hoje mesmo.

Siga o Future of Money nas redes sociais: Instagram | Twitter | YouTube Telegram | Tik Tok  

Acompanhe tudo sobre:CriptomoedasBitcoinMorgan Stanley

Mais de Future of Money

Executivo da Fidelity diz que a maioria dos investidores deveria ter alguma alocação de bitcoin

ETFs de bitcoin têm 2º melhor dia de todos os tempos com US$ 887 milhões em entradas

Corretora descentralizada anuncia “surpresa” e criptomoeda dispara 16% em um dia

Bitcoin ultrapassa US$ 71 mil e se aproxima de máxima histórica: o que está por vir?

Mais na Exame