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De forma inédita, usina de energia solar é registrada no blockchain

Na busca por sustentabilidade e rentabilidade, projeto registra a primeira usina solar no blockchain e visa promover a valorização de seu token

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Terreno para a instalação da usina foi comprado no Ceará (Germano Lüders/Exame)

Terreno para a instalação da usina foi comprado no Ceará (Germano Lüders/Exame)

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Mariana Maria Silva

Publicado em 24 de fevereiro de 2022 às, 17h20.

Com o aumento nas buscas por soluções sustentáveis, o setor energético compreendeu rapidamente a necessidade em unir a inovação e a sustentabilidade na geração de energia elétrica. Para se ter uma ideia, apenas durante a pandemia, a busca pela energia solar aumentou 70%, segundo a Associação Brasileira de Energia Solar. E agora, o Brasil vai contar com a primeira usina fotovoltaica registrada em blockchain.

O projeto foi criado pela Light DeFi, que já contava com seu próprio token, lançado a fim de promover o acesso à produção de energia solar a partir de carteiras digitais. Em mais um passo no seu processo de evolução, o grupo de investidores comprou o terreno para a instalação da usina, que será a primeira do gênero a ser registrada utilizando a tecnologia blockchain.

Localizado em São Gonçalo do Amarante, no Ceará, o terreno escolhido se apresenta como um dos melhores ambientes para uma instalação desse porte, segundo a Light DeFi. A escritura, também foi registrada em blockchain, para fins de transparência e inovação.

“A Light DeFi segue inovando no mercado ao auxiliar na construção de usinas fotovoltaicas com capacidade de gerar 2,5 MW. E para esta primeira unidade no Ceará, a escritura da área física também foi registrada em blockchain, provando cada vez mais a inovação e ambição do projeto, visando a sustentabilidade com a alta taxa de rentabilidade”, afirmou Germano Sales, CEO da Light DeFi.

Com planos ambiciosos, a Light DeFi quer proteger o meio ambiente e, ao mesmo tempo, atrair investidores que possam se beneficiar com a rentabilidade de seu token. Para isso, o projeto ainda está realizando um cross-chain do token para a rede Ethereum. Com isso, o token da Light DeFi irá circular no segundo maior blockchain do mundo.

“Estimamos que essa expansão de rede seja benéfica para o projeto, uma vez que a Ethereum é a segunda maior rede do mercado de criptomoedas, podendo assim atrair novos investidores, inclusive internacionais. Estamos atentos às inovações do mercado, e somos signatários do Crypto Climate Accord, onde nos unimos para reduzir a emissão de carbono” explicou Ricardo Nogueira, CTO da Light DeFi.

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