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A Coca-Cola lançou nesta semana uma nova coleção de tokens não-fungíveis (NFTs, na sigla em inglês) de artes digitais que misturam obras de arte famosas com a tradicional garrafa de vidro da empresa de refrigerantes. Os colecionáveis foram lançados no Base, novo blockchain próprio criado pela corretora de criptomoedas Coinbase.

A nova coleção recebeu o nome de "Global Masterpiece" (Obra de arte global, em tradução livre) e busca trazer "trabalhos icônicos" de artistas digitais em ascensão que misturam suas artes com peças famosas no mundo artístico. Os resultados podem ser obtidos gratuitamente por usuários interessados.

Entre as obras usadas estão clássicos como "Moça com Brinco de Pérola", do pintor holandês Johannes Vermeer e "O Grito", do norueguês Edvard Munch. A coleção busca "encontrar uma coexistência harmoniosa com obras contemporâneas" de artistas convidados.

"A coleção Masterpiece reúne obras de arte icônicas com novos trabalhos de talentos emergentes, tudo entrelaçado com a icônica garrafa da Coca-Cola", explica a descrição da coleção em um site lançado pela Coinbase. As obras digitais foram produzidas entre 2012 e 2022.

Lançamento do Base

A corretora de criptomoedas Coinbase lançou na última quarta-feira, 9, o seu blockchain próprio, o Base. A exchange define a rede como uma ponte" com outras redes para o desenvolvimento de projetos em Web3. 

A exchange ressalta que o Base terá como principais vantagens uma interface de fácil uso para desenvolvedores, tarifas baixas ou até gratuitas, segurança e acesso aberto para qualquer programador interessado em desenvolver o seu próprio aplicativo descentralizado (dApp, em inglês).

O objetivo final é "trazer os próximos 1 bilhão de usuários para a criptoeconomia". A corretora de criptomoedas afirmou ainda que todos os seus produtos passarão a ser integrados ao blockchain. "Para trazer bilhões de usuários para a criptoeconomia, os dApps precisam ser mais fáceis, baratos e seguros de interagir. Para que isso aconteça, precisamos tornar ainda mais fácil para os desenvolvedores criar esses dApps", observa a companhia.

A ideia é que o Base permita interações com outros blockchains de segunda camada e alguns de primeira camada, incluindo a Ethereum e a Solana. Com isso, os desenvolvedores poderão operar onde quiserem, mas o Base servirá como um "ponto de partida".

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