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Nesta quinta-feira, 7, o bitcoin recua de seu último recorde de preço em 2023. Após ultrapassar os US$ 44 mil, a maior criptomoeda do mundo apresenta leve queda, fazendo com que especialistas dividam opiniões sobre seus próximos movimentos.

No momento, o bitcoin é cotado a US$ 43.111, com queda de 2,14% nas últimas 24 horas de acordo com dados do CoinMarketCap. Apesar disso, a maior criptomoeda do mundo ainda sobe 161% desde o início de 2023.

Depois de opinar sobre as possíveis razões para a alta e se ela continuaria no curto prazo, especialistas ouvidos pela EXAME respondem se o bitcoin pode voltar a cair. Em 2022, a criptomoeda despencou no período que ficou conhecido como “inverno cripto”.

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O preço do bitcoin pode cair mais?

"Depois de uma alta meteórica impulsionada pela expectativa da aprovação de um ETF de bitcoin à vista, o movimento corretivo no bitcoin é relativamente normal, principalmente se olharmos por uma perspectiva mais abrangente que inclua o cenário macro”, explicou Lucas Josa, analista de criptoativos do BTG Pactual.

“Amanhã teremos a divulgação do Payroll nos EUA, um dos dados mais importantes para mensurar a força do mercado de trabalho no país. Dado que este número também tem uma importância muito grande para a inflação no país, investidores começaram a realizar um pouco de suas posições para correr menos risco durante a divulgação do número. Caso ele venha abaixo do esperado, é possível que o bitcoin e outros ativos de risco tenham mais uma pernada de alta ainda este ano", acrescentou Josa à EXAME.

Apesar disso, o otimismo que toma conta do mercado de criptomoedas neste fim de ano pode não ser o suficiente para evitar outras correções no preço do bitcoin.

“Olhando para o curtíssimo prazo, mais especificamente para o gráfico de uma hora, vemos uma formação de triângulo em topo que foi rompida para baixo no bitcoin. Essa formação pode fazer o bitcoin recuar até US$ 42 mil novamente ainda essa semana”, disse Fernando Pereira, analista da BitGet.

Lucas Josa, do BTG Pactual, também considera uma nova correção para a faixa dos US$ 42 mil, mas acredita que quedas mais profundas sejam menos prováveis no curto prazo.

"Sobre uma queda mais profunda, é possível que o bitcoin sofra uma correção até US$ 42.700 e talvez até US$ 42 mil. Todavia, dado o movimento dos últimos dias e a proximidade com a decisão da SEC sobre os ETFs, é possível que não tenhamos um movimento corretivo tão abrangente", justificou.

Alta de outras criptomoedas

Por outro lado, o ether apresenta alta nesta quinta-feira, 7. Cotado a US$ 2.396 no momento, a criptomoeda nativa da rede Ethereum já subiu 3,76% nas últimas 24 horas. Desde o início do ano, no entanto, acumula alta menor que a do bitcoin, em 95%.

"O que chama a atenção hoje é a força que ether e seus betas (OP, LDO, ARB) ganharam, principalmente após o par ETH/BTC atingir um suporte importante pela segunda vez em poucas semanas. Ainda é cedo para cravar que o movimento terá continuação, mas é importante continuar acompanhando este movimento, já que a consolidação do bitcoin nestes níveis pode abrir espaço para a alta em outros ativos", concluiu Lucas Josa à EXAME.

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