Copa do Mundo: prêmio terá valor recorde (ilustradani/Getty Images)
Repórter
Publicado em 4 de maio de 2026 às 05h38.
A Fifa elevou a premiação da Copa do Mundo de 2026 para US$ 871 milhões, com aumento direto nos valores destinados ao vice-campeão, que atingem novo patamar histórico.
A seleção que terminar em segundo lugar receberá US$ 36,5 milhões, valor superior aos US$ 30 milhões pagos na edição de 2022. A alta acompanha a expansão geral da premiação do torneio.
O valor destinado ao segundo colocado cresce US$ 6,5 milhões em relação à última Copa. A quantia posiciona o vice como um dos principais beneficiados pelo novo modelo financeiro.
A diferença em relação ao campeão permanece relevante, mas a elevação do prêmio reduz a distância proporcional entre as duas posições no topo.
A premiação da Copa segue modelo progressivo, com valores maiores conforme o avanço das seleções. O vice-campeão concentra uma das maiores parcelas, atrás apenas da equipe campeã.
Esse formato direciona a maior parte dos recursos às seleções que chegam à final, ampliando o peso financeiro das fases decisivas.
Além do prêmio final, todas as seleções classificadas recebem ao menos US$ 12,5 milhões. O valor inclui US$ 2,5 milhões para preparação e US$ 10 milhões pela participação.
No caso do vice-campeão, esse montante inicial se soma aos bônus acumulados ao longo das fases eliminatórias até a decisão.
O terceiro colocado receberá US$ 32,5 milhões, enquanto o quarto lugar ficará com US$ 30,5 milhões. A diferença reforça o peso financeiro de chegar à final.
A estrutura cria uma hierarquia clara de premiação, com concentração de recursos nas primeiras posições.
O total de US$ 871 milhões consolida a edição de 2026 como a mais lucrativa da história da Copa do Mundo.
A ampliação acompanha o novo formato com 48 seleções, aumentando o volume de recursos distribuídos e elevando os ganhos das equipes que alcançam o topo do torneio.