Governadores

Visão consolidada das pesquisas para governador

Última atualização:  agosto de 2026

Em parceria com

Inteligov

Acre

Norte
Alan Rick (REP)
37.5%
Mailza Assis (PP)
24.1%
Tião Bocalom (PSDB)
17.4%

Alagoas

Nordeste
JHC (PSDB)
46.1%
Renan Filho (MDB)
40.0%
Lenilda Luna (UP)
1.4%

Amapá

Norte
Dr. Furlan (PSD)
65.7%
Clécio Luís (UNIÃO)
28.1%
Marcos Reátegui (DC)
0.6%

Amazonas

Norte
Omar Aziz (PSD)
29.8%
Maria do Carmo Seffair (PL)
23.2%
Roberto Cidade (UNIÃO)
18.1%

Bahia

Nordeste
ACM Neto (UNIÃO)
45.4%
Jerônimo Rodrigues (PT)
39.1%
Ronaldo Mansur (PSOL)
1.5%

Ceará

Nordeste
Ciro Gomes (PSDB)
44.5%
Elmano de Freitas (PT)
39.1%
Delegado Huggo (MISSÃO)
1.1%

Distrito Federal

Centro-Oeste
Celina Leão (PP)
29.5%
José Roberto Arruda (PSD)
21.8%
Leandro Grass (PT)
13.3%

Espírito Santo

Sudeste
Ricardo Ferraço (MDB)
31.7%
Lorenzo Pazolini (REP)
26.3%
Helder Salomão (PT)
9.1%

Goiás

Centro-Oeste
Daniel Vilela (MDB)
37.7%
Marconi Perillo (PSDB)
22.8%
Wilder Morais (PL)
14.2%

Maranhão

Nordeste
Eduardo Braide (PSD)
42.9%
Orleans Brandão (MDB)
31.0%
Felipe Camarão (PT)
6.5%

Mato Grosso

Centro-Oeste
Wellington Fagundes (PL)
30.8%
Otaviano Pivetta (REP)
23.7%
Natasha Slhessarenko (PSD)
10.9%

Mato Grosso do Sul

Centro-Oeste
Eduardo Riedel (PP)
45.0%
Fábio Trad (PT)
20.6%
João Henrique Catan (NOVO)
9.5%

Minas Gerais

Sudeste
Cleitinho (REP)
36.0%
Alexandre Kalil (PDT)
14.2%
Patrus Ananias (PT)
12.2%

Pará

Norte
Hana Ghassan (MDB)
28.4%
Daniel Santos (PODEMOS)
26.5%
Araceli Lemos (PSOL)
2.8%

Paraíba

Nordeste
Lucas Ribeiro (PP)
31.0%
Cícero Lucena (MDB)
26.6%
Efraim Filho (PL)
17.2%

Paraná

Sul
Sergio Moro (PL)
42.7%
Requião Filho (PDT)
20.9%
Sandro Alex (PSD)
12.7%

Pernambuco

Nordeste
Raquel Lyra (PSD)
44.0%
João Campos (PSB)
41.9%
Ivan Moraes (PSOL)
1.7%

Piauí

Nordeste
Rafael Fonteles (PT)
60.6%
Joel Rodrigues (PP)
18.1%
Lourdes Melo (PCO)
0.7%

Rio de Janeiro

Sudeste
Eduardo Paes (PSD)
43.9%
Douglas Ruas (PL)
11.6%
Anthony Garotinho (REP)
10.2%

Rio Grande do Norte

Nordeste
Allyson Bezerra (UNIÃO)
33.7%
Álvaro Dias (PL)
26.1%
Cadu Xavier (PT)
15.7%

Rio Grande do Sul

Sul
Luciano Zucco (PL)
29.4%
Juliana Brizola (PDT)
26.8%
Gabriel Souza (MDB)
10.3%

Rondônia

Norte
Marcos Rogério (PL)
35.1%
Adailton Fúria (PSD)
26.4%
Hildon Chaves (UNIÃO)
13.0%

Roraima

Norte
Arthur Henrique (PL)
42.6%
Clébio Genuíno (PCO)
0.0%
Farah Mesquita (SD)
0.0%

Santa Catarina

Sul
Jorginho Mello (PL)
53.5%
João Rodrigues (PSD)
21.0%
Gelson Merísio (PSB)
7.7%

São Paulo

Sudeste
Tarcísio de Freitas (REP)
47.1%
Fernando Haddad (PT)
32.1%
Vera Lúcia (PSTU)
2.2%

Sergipe

Nordeste
Fábio Mitidieri (PSD)
39.6%
Valmir de Francisquinho (REP)
34.6%
Ricardo Marques (PL)
6.9%

Tocantins

Norte
Dorinha Seabra (UNIÃO)
34.8%
Vicentinho Júnior (PSDB)
29.5%
Laurez Moreira (PSD)
12.6%

Metodologia: 

Este documento apresenta uma consolidação de dados que agrega todas as pesquisas eleitorais disponíveis até o meio-dia de 17 de agosto de 2026. Esta iteração fundamenta-se em 27 novas pesquisas cadastradas no sistema PesqEle (TSE), somando-se às 404 da iteração anterior. O relatório utiliza institutos frequentes no cenário nacional e estadual, como Real Time Big Data, Quaest, Nexus, Ideia Inteligência e AtlasIntel. As análises aqui apresentadas têm caráter exclusivamente indicativo e não devem ser interpretadas como previsões determinísticas de resultado eleitoral, tampouco como projeções definitivas sobre a ocorrência de cenários específicos, como composição de segundo turno ou desempenho final de candidaturas. A análise utiliza uma média móvel ponderada, que atribui pesos distintos aos resultados conforme a qualidade dos modos de abordagem. Pesquisas presenciais domiciliares têm peso total, enquanto métodos como IVR/Telefone e Online sofrem reduções de 30% a 45% na sua influência estatística. Além disso, a atualidade das pesquisas é crucial: o cálculo reduz em 25% o peso dos resultados a cada quinzena de caducidade. A tendência indica a variação média percentual de votos que um candidato ganhou ou perdeu a cada quinzena. Um valor positivo sugere crescimento, enquanto um negativo indica retração, servindo como coeficiente para predições futuras baseadas no histórico acumulado. Responsável técnico: Leandro Terra Adriano, analista de risco político e doutor em Ciência Política pela Universidade de Minas Gerais (UFMG).