Economia

Para Maia, incluir atuais servidores pode impedir avanço da reforma

Na última semana, a frente parlamentar lançou uma série de propostas para a reforma administrativa. Entre elas, a inclusão dos atuais servidores

A proposta enviada pelo governo não inclui os atuais servidores, o que fez o mercado reagir mal ao projeto (Tânia Rego/Agência Brasil)

A proposta enviada pelo governo não inclui os atuais servidores, o que fez o mercado reagir mal ao projeto (Tânia Rego/Agência Brasil)

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Reuters

Publicado em 13 de outubro de 2020 às 09h05.

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O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta terça-feira que a inclusão dos atuais servidores públicos na reforma administrativa que começa a tramitar no Congresso provocaria judicialização e impediria a matéria de avançar.

A proposta enviada pelo governo não inclui os atuais servidores, o que fez o mercado financeiro reagir mal ao projeto. Um grupo de parlamentares que estuda a reforma administrativa pediu que o texto seja alterado pela Câmara, mas Maia disse em entrevista à CNN Rádio acreditar que essa alteração iria impedir a reforma de avançar com rapidez.

O presidente da Câmara disse ainda que a reforma tributária pode ser votada no plenário da Casa depois do primeiro turno das eleições municipais, já que cumpriu os prazos da Comissão, mas ressaltou que é preciso chegar a um acordo entre os parlamentares e com o Executivo para votar a proposta.

 

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