Economia

Cavaco Silva pede rapidez para fechar acordo de salvação

Apesar das diferenças entre as legendas políticas envolvidas, o chefe de Estado confirmou que todas se mostraram receptivas a iniciar um diálogo

Presidente de Portugal, Aníbal Cavaco Silva: segundo Cavaco, "as negociações devem ser concluídas em um prazo muito curto". (REUTERS/Rafael Marchante)

Presidente de Portugal, Aníbal Cavaco Silva: segundo Cavaco, "as negociações devem ser concluídas em um prazo muito curto". (REUTERS/Rafael Marchante)

DR

Da Redação

Publicado em 12 de julho de 2013 às 12h39.

Priorizar nos meus resultados Google

Lisboa - O chefe de Estado de Portugal, Aníbal Cavaco Silva, assegurou que os três principais partidos do país se mostraram "disponíveis" para negociar um "compromisso de salvação nacional", e lhes pediu rapidez para fechar este processo.

Em comunicado, a Presidência portuguesa informou que tanto os dois partidos conservadores que governam atualmente em coalizão como o principal grupo da oposição, o Partido Socialista (PS), aceitaram conversar sobre a solução colocada por Cavaco Silva para resolver a crise política.

O primeiro-ministro português, Pedro Passos Coelho, reiterou nesta sexta-feira no Parlamento seu interesse em chegar a um acordo para conseguir um consenso sobre o cumprimento do programa do resgate financeiro de Portugal.

Apesar destas diferenças entre as legendas políticas envolvidas, evidentes durante o debate parlamentar de hoje, o chefe de Estado confirmou que todas se mostraram receptivas a iniciar um diálogo depois de se reunir pessoalmente com os líderes dos três partidos.

Em seu comunicado de hoje, Cavaco Silva enviou uma mensagem a estes partidos para que comecem o mais rápido possível as conversas, já que "as negociações devem ser concluídas em um prazo muito curto". 

Acompanhe tudo sobre:EuropaPiigsCrise econômicaPortugal

Mais de Economia

PIB de São Paulo cresce 1,5% até agosto, impulsionado por agropecuária e serviços

Cashback da reforma tributária: quem tem direito e como funciona a devolução de impostos?

Vinho, espumante e vinho do Porto: quanto cada um paga no imposto do pecado?

Estados deixam substituição tributária antes da reforma e obrigam o varejo a refazer contas