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Daniel Dias é homenageado pela Casa da Moeda após aposentadoria

Maior nadador paralímpico de todos os tempos, o atleta encerrou sua carreira com 27 medalhas nos Jogos Paralímpicos de Tóquio.

Contando 27 medalhas nas 4 últimas paralimpíadas, sendo 14 de ouro, Daniel Dias terá agora medalhas estampadas com seu próprio rosto. A Casa da Moeda do Brasil anunciou que irá homenagear o superatleta paralímpico em sua próxima coleção de medalhas, chamada Grandes Ídolos do Esporte.

A série da coleção é produzida pela Casa da Moeda e pela Memorabília do Esporte. Em outras edições da Grandes Ídolos do Esporte, já foram homenageados atletas como o velejador brasileiro Robert Scheidt (Dois ouros, duas pratas e dois bronzes); a tenista Maria Esther Bueno (vencedora de 19 Grand Slams); e o cavaleiro Rodrigo Pessoa (2 bronzes, 1 ouro). 

No caso das medalhas de Daniel Dias, a coleção limitada conta com 450 unidades. A medalha de ouro (feita em bronze dourado) custa 440 reais; a de prata (feita em cuproníquel), 440 reais e a de bronze (bronze puro), 145 reais.

Cunhadas na Casa da Moeda, as medalhas já estão à venda no site Memoriabília. "Me sinto honrado em fazer parte de um projeto como esse da Casa da Moeda e da Memorabília do Esporte, é uma alegria estar entre grandes nomes do esporte nacional", disse Dias.

Aposentadoria de Daniel Dias

Maior medalhista paralímpico brasileiro da história, Daniel Dias sempre foi a grande aposta do Brasil em todos os Jogos Paralímpicos nos quais participou. Em janeiro deste ano, ele anunciou que iria se aposentar depois de Tóquio, aos 33 anos, o que não o impediu de conquistar mais 3 medalhas nas 6 provas das quais participou no Japão. No total, foram 3 bronzes: 1 nos 200 metros livres; 1 nos 100 metros livres e 1 no revezamento 4x50 metros.

Somando as novas, o superatleta se aposenta com nada menos que 27 medalhas, sendo que 14 destas são ouro; 7 de prata e 6 de bronze.

Um dos motivos que pesou na decisão de se aposentar foi a reclassificação na categoria de inúmeros atletas promovida pelo Comitê Paralímpico Internacional em 2019. Daniel sempre competiu na categoria S5, que engloba atletas com comprometimento físico-motor intermediário. O problema da reclassificação foi que outros atletas com deficiências mais leves que a de Daniel foram colocados na mesma categoria que ele.

A polêmica reclassificação também prejudicou outros nomes, como o medalhista André Brasil, que nem chegou a ser classificado para ir para Tóquio. O atleta, que fazia parte da categoria S10, com baixo comprometimento físico-motor, foi considerado pelo Comitê Paralímpico inapto para participar das competições, pois sua condição foi considerada leve demais pelos avaliadores.

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