Carreira

Entrega de bicicleta é mais rápido, e dá dinheiro

Empresa de entregas sustentáveis cresce 25% ao mês

Victor Castello Branco, da Courrieros: modelo de negócio sustentável (Fabiano Accorsi)

Victor Castello Branco, da Courrieros: modelo de negócio sustentável (Fabiano Accorsi)

DR

Da Redação

Publicado em 11 de setembro de 2013 às 06h32.

Priorizar nos meus resultados Google

São Paulo - Lançada em outubro de 2012, a Courrieros oferece um serviço que usa bicicletas em vez de motos para fazer entregas em são Paulo. Em 10 meses, a empresa passou de 110 entregas mensais para 120 entregas diárias, feitas por 15 ciclistas.

"A bicicleta é descomplicada. Quando o trânsito trava em São Paulo, ela continua andando", diz Victor Castello Branco, de 24 anos, um dos sócios da Courrieros, ao lado de Rodrigo Assaff, de 24, Steffano Cappanari, de 25, André Biselli, de 23, e Richard Sippli, de 24.

Apesar de não falar em dinheiro, eles garantem que o negócio já os mantém. Todos deixaram o emprego para trás para empreender. Apenas Steffano continua trabalhando em um banco de investimento.

A ideia de trocar os poluidores motoboys por sustentáveis "bikeboys", como eles chamam os entregadores, já rendeu parcerias com empresas como Netshoes e Itaú BBA, clientes há três meses, e o prêmio Eco Challenge, promovido pela Pepsico, que seleciona ideias inovadoras ligadas à sustentabilidade.

Segundo Victor, a Courrieros tem funcionários treinados para lidar com os clientes e um aplicativo que permite que a empresa rastreie o pacote em tempo real. Até o fim deste ano, o plano é contratar mais 20 ciclistas.

Acompanhe tudo sobre:EmpreendedoresEmpreendedorismoPequenas empresasBicicletasEdição 183

Mais de Carreira

Fim da escala 6x1: 5 mudanças que funcionários devem se atentar. 'Não é só uma folga', diz advogada

Fim da escala 6x1: brasileiros contam como é trabalhar em países onde o modelo já é ilegal

Travou em um problema? A neurociência sugere fazer o que Jack Reacher faz

7 em cada 10 pessoas não confiam em quem pensa diferente, e o CEO virou peça-chave nessa equação