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Apresentado por MICHELIN

Mobilidade sustentável: a corrida para frear o aquecimento global

Empresas de todos os portes e setores vêm se empenhando para reduzir as emissões de gases de efeito estufa. A Michelin, uma das maiores fabricantes de pneus do mundo, é uma delas.

 (MICHELIN/Divulgação)

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Publicado em 7 de novembro de 2022 às 07h30.

Última atualização em 7 de novembro de 2022 às 12h16.

Decisões e debates relacionados ao universo ESG vêm tomando conta da agenda corporativa – e não é à toa. Entre os dias 6 e 18 de novembro, representantes dos países-membros da Organização das Nações Unidas (ONU), se reunirão no Egito para estabelecer novas metas e estratégias capazes de frear um grande inimigo: o aquecimento global.

A 27ª Conferência das Partes sobre a Mudança Climática (COP 27), será o quarto encontro entre os 195 países signatários do Acordo de Paris. Entre eles, está o Brasil, que vem mostrando o seu potencial para se tornar modelo para o mundo, seja pelo tamanho continental, pelos quilômetros de estradas que cruzam o país, ou pela potência ecológica que é.

Mobilidade sustentável

Um dos temas relevantes quando o assunto é a redução dos gases de efeito estufa é o avanço da mobilidade sustentável e o poder da economia compartilhada. Considerando o alto volume de veículos nos grandes centros, os grandes deslocamentos, e o trânsito intenso, fabricar componentes que utilizem matérias-primas sustentáveis e que reduzam as emissões de CO2 se tornaram medidas imprescindíveis para melhorar a qualidade do ar e, consequentemente, a vida das pessoas. 

Alguns países da Europa, como Dinamarca, França, Suécia e Holanda já estipularam prazos para fim da fabricação de veículos movidos a combustíveis fósseis. Até 2025, todos eles serão à base de energia/combustíveis limpos.

Na Ásia, China e Coreia do Sul vêm se destacando como modelo para o mundo no controle e combate à emissão de gases poluentes e mobilidade urbana sustentável, enquanto na América Central e na América do Sul, os países seguem como regiões de atenção.

Quais são as cidades brasileiras mais sustentáveis?

No Brasil, algumas cidades avançam mais do que outras ao defenderem o reflorestamento e oferecerem vários tipos de modais. Rio Branco, por exemplo, possui uma das maiores redes cicloviárias do país (160 quilômetros), perdendo apenas para Fortaleza, capital do Ceará, com 410 quilômetros de ciclovias.

Já Curitiba, segue sendo a cidade mais sustentável da América Latina e a 14ª do mundo. A capital do Paraná recicla 70% do lixo produzido na cidade, possui 200 quilômetros de ciclovias, e 52 m² de área verde por habitante, ou seja, ⅕ da cidade é composta por parques que contam com 1,5 milhão de árvores ao longo de suas ruas, de acordo com o último levantamento do Programa Cidades Sustentáveis, realizado em 2019.

Nesse movimento em prol do meio ambiente, algumas soluções de mobilidade ganham força, como a telemetria para a gestão de frotas de pequeno, médio ou grande porte – uma tecnologia que ajuda a reduzir em aproximadamente 8% o consumo de combustível, quando combinada com a utilização de pneus MICHELIN X Multi Energy Z, por exemplo.

A Michelin, uma das maiores fabricantes de pneus do mundo, já conta com produtos feitos a partir de borracha natural e com a rastreabilidade de origem da matéria-prima. “O compromisso com a biodiversidade é uma das bases do nosso programa “Tudo sustentável”. O nosso objetivo é fabricar pneus inteiramente sustentáveis até 2050, compromisso que é medido pelo indicador de taxa de materiais sustentáveis (SMR), afirma Alessandra Rudloff, diretora de marketing B2B da Michelin América do Sul. Segundo ela, materiais como sílica de origem agrícola, borrachas obtidas a partir de plásticos reciclados, etanol de biomassa, óleos agrícolas e cargas recuperadas a partir de pneus inservíveis são matérias-primas rastreadas pela empresa e seus fornecedores.

“Atreladas à tecnologia MICHELIN, elas cumprem os objetivos de produção e entrega dos nossos produtos ecologicamente corretos com uma porcentagem que varia entre 30% e 40% da composição dos pneus”, explica Alessandra.

Sustentabilidade em cadeia

Em linha com a oferta de produtos e serviços sustentáveis, é preciso desenvolver também a consciência sobre o valor agregado e a importância deles para os negócios. Hoje, as empresas embarcadoras - como são chamadas aquelas que contratam frotas terceirizadas – estão atentas às práticas de seus fornecedores.

“Hoje, os embarcadores já demandam diferentes exigências para práticas sustentáveis aos transportadores como certificações ISO e Ecovadis, verificação de gestão da frota, idade média dos veículos, tipo de combustível utilizado, incluindo GNV, biodiesel ou veículos elétricos, além da otimização da carga nos semirreboques”, destaca Alessandra.

Enxergar a emissão de CO2 de forma mais precisa, em tempo real e, sobretudo, as reduções que podem estar ocorrendo no transporte dessas cargas, é mais um desafio acompanhado de perto, garante a executiva. “Ainda há um percurso a ser percorrido para uma mobilidade mais sustentável sob todos os seus aspectos, mas os avanços tecnológicos têm contribuído para que esse futuro esteja cada vez mais próximo.”

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