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Operação Plástico Frio combate fraudes em São Paulo

Objetivo é desarticular grupo econômico que fornece termoplásticos à indústria de diversos estados da Federação


	Agentes da Polícia Federal: Operação Plástico Frio busca desarticular grupo econômico que fornece termoplástico à indústria
 (Marcello Casal Jr./ABr)

Agentes da Polícia Federal: Operação Plástico Frio busca desarticular grupo econômico que fornece termoplástico à indústria (Marcello Casal Jr./ABr)

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Da Redação

Publicado em 14 de agosto de 2014 às 13h14.

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Brasília - A Receita Federal, Polícia Federal e o Ministério Público Federal deflagram a Operação Plástico Frio. O objetivo é desarticular grupo econômico que fornece termoplásticos à indústria de diversos estados da Federação, por meio da utilização de empresas noteiras, que emitem notas frias (falsas).

De acordo com a Receita Federal, esse tipo de empresa “se sucede no tempo, com vida curta, e apresenta quadro societário composto por laranjas, que são pessoas usadas para esconder operações irregulares e esconder os verdadeiros donos do negócio. Com isso, informou a Receita, os reais controladores e responsáveis por tais operações emitiram mais de R$ 1 bilhão sem o pagamento dos respectivos tributos.

A operação procura agora comprovar a atuação dos reais beneficiários nas operações mercantis, para que as multas e os valores dos tributos devidos sejam cobrados deles, e não dos sócios “laranjas”. O valor estimado da sonegação supera os R$ 300 milhões.

Estão sendo executados 11 mandados de busca e apreensão em escritórios de contabilidade, em empresas noteiras e nas empresas e residências dos reais beneficiários da fraude, em Guarulhos, São Paulo, São Bernardo do Campo e Diadema.

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