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Ministério divulga nesta quarta posicionamento sobre vacinação de crianças

Anvisa aprovou o uso do imunizante da Pfizer para pessoas de 5 a 11 anos em dezembro, mas governo resiste em liberar a aplicação sem receita médica
 (Reuters/Ueslei Marcelino)
(Reuters/Ueslei Marcelino)
Por Alessandra AzevedoPublicado em 05/01/2022 06:00 | Última atualização em 04/01/2022 18:02Tempo de Leitura: 2 min de leitura

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O Ministério da Saúde deve divulgar nesta quarta-feira, 5, como será feita a vacinação de crianças de 5 a 11 anos contra a covid-19. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o uso do imunizante da Pfizer para esse público em 16 de dezembro, mas o governo resiste em liberar a aplicação sem receita médica.

Nesta terça-feira, 4, o Ministério da Saúde organizou uma audiência pública para discutir o assunto e divulgou o resultado da consulta pública lançada em dezembro, que mostrou que a maioria das pessoas é contra a necessidade de prescrição médica para imunização de crianças.

"Tivemos 99.309 pessoas que participaram neste curto intervalo de tempo em que o documento esteve para consulta pública, sendo que a maioria se mostrou concordante com a não compulsoriedade da vacinação e a priorização das crianças com comorbidade. A maioria foi contrária à obrigatoriedade da prescrição médica no ato de vacinação", disse Rosana Leite de Melo, secretária extraordinária de Enfrentamento à Covid-19 do Ministério da Saúde, na terça-feira.

Após o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, ter dito, em dezembro, que o governo só vacinaria as crianças com prescrição médica, o Conselho Nacional de Secretarias de Saúde (Conass) divulgou nota dizendo que nenhum estado exigiria a receita.

Mesmo assim, o governo ainda pretende seguir a recomendação de exigir prescrição médica para a vacinação do público infantil. A expectativa é que as doses para crianças de 5 a 11 anos comecem a chegar ao Brasil na segunda quinzena deste mês, segundo Queiroga. A aplicação das vacinas deve começar ainda em janeiro.

A prioridade deve ser para crianças com deficiência permanente ou comorbidade. Em seguida, as que vivem com pessoas de alto risco para evolução grave da doença. E, por último, crianças sem comorbidades, começando pelas de 10 e 11 anos, seguidas pelas de 8 e 9 anos, de 6 e 7 anos e, por fim, de 5 anos.