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Participar da base de apoio do PSB seria natural, diz Maia

Coordenador geral da campanha presidencial de Aécio tinha dito que possível aliança com Marina no segundo turno é hipótese considerada dentro do ninho tucano

Agripino Maia e Aécio Neves: atualmente, Aécio é 3º colocado em pesquisas de intenção de voto (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)
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Da Redação

Publicado em 1 de setembro de 2014 às 16h54.

Brasília - Após sinalizar uma possível aliança do PSDB e outros partidos da coligação com Marina Silva ( PSB ) em um eventual segundo turno, o coordenador geral da campanha presidencial de Aécio Neves (PSDB), senador Agripino Maia, afirmou que, em um eventual governo de Marina, participar da base de apoio do PSB seria um caminho "natural", ao ser questionado sobre a posição do PSDB e do DEM nesta situação.

"O PSDB e o DEM são oposição fundamentalmente ao PT e, se Marina ganhar derrotando o PT, os petistas estarão automaticamente remetidos à oposição. Então, se isso vier a acontecer (vitória de Marina), o caminho natural seria esse."

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Entretanto, Agripino mantém o discurso otimista.

"Mas a alternativa que nós esperamos é Aécio ir para o segundo turno e no segundo turno ganhar a eleição. O que a gente precisa passar? Que ele tem a habilidade política para ter governabilidade, mostrar que ele tem suporte parlamentar de partidos que tem uma representação suficiente, e que tem os melhores quadros para governar, para enfrentar a crise que não vai ser pequena. A tarefa dele é passar isso ao eleitor", concluiu.

Na mesma entrevista ao Broadcast Político, Agripino Maia tinha dito que uma possível aliança com Marina no segundo turno é uma hipótese considerada dentro do ninho tucano, caso Aécio não passe da primeira etapa.

Atualmente, ele é o terceiro colocado nas pesquisas de intenção de voto, atrás de Marina e da presidente Dilma Rousseff (PT), tecnicamente empatadas, segundo o Ibope.

"O sentimento que nos move e nos mantém unidos - PSDB, DEM e Solidariedade - é garantir a ida de Aécio para o segundo turno. Se não for possível, avalizar a transição para o segundo turno. Ou seja, com uma aliança com Marina Silva, por exemplo. É tudo contra um mal maior que é o PT", disse Agripino.

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