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Comissão não precisa de mais polêmica, diz Alves

Presidente da Câmara dos Deputados disse que não seria "aconselhável" viver novamente a polêmica em torno da Comissão de Direitos Humanos (CDH)


	Jair Bolsonaro: segundo Henrique Alves, "não cabe nenhum tipo de radicalismo" na liderança do colegiado
 (Luis Macedo / Câmara dos Deputados)

Jair Bolsonaro: segundo Henrique Alves, "não cabe nenhum tipo de radicalismo" na liderança do colegiado (Luis Macedo / Câmara dos Deputados)

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Da Redação

Publicado em 11 de fevereiro de 2014 às 19h20.

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Brasília - O presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), disse que não seria "aconselhável" viver novamente a polêmica em torno da Comissão de Direitos Humanos (CDH) e que "não cabe nenhum tipo de radicalismo" na liderança do colegiado.

Alves foi perguntado no final da tarde desta terça-feira, 11, sobre as pretensões do deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) de assumir a presidência do colegiado neste ano.

Em 2013, a Comissão foi chefiada por Marco Feliciano (PSC-SP), acusado de racismo e homofobia, o que gerou diversos protestos de entidades de defesa dos direitos humanos. Novo postulante ao posto, Jair Bolsonaro também reúne diversas críticas de organizações de direitos de minorias.

O presidente da Câmara disse ainda que a decisão final sobre a presidência de cada comissão não depende dele, e sim dos partidos, uma vez que a distribuição é feita com base no tamanho de cada bancada.

Entidades pressionam o PT para que o maior partido da Casa assuma o controle da comissão. "Certamente não é aconselhável viver o clima inicial que se viveu (no ano passado). Se bem que depois as coisas se ajustaram", disse Henrique Alves.

"É uma comissão muito importante, de diretos das minorias, e acho que não cabe nenhum tipo de radicalismo, mas é um direito dos partidos indicar o seu representante", concluiu.

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