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Cabral diz que relação com Costa era 'institucional'

O nome de Cabral, segundo a revista Veja, aparece no depoimento de Costa à Polícia Federal como um dos beneficiados de um grande esquema de corrupção


	Sérgio Cabral: além dele, Roseana Sarney e Eduardo Campos foram citados
 (Tânia Rêgo/Agência Brasil)

Sérgio Cabral: além dele, Roseana Sarney e Eduardo Campos foram citados (Tânia Rêgo/Agência Brasil)

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Da Redação

Publicado em 6 de setembro de 2014 às 12h50.

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Rio - O ex-governador do Rio Sérgio Cabral (PMDB) afirmou hoje, por meio de sua assessoria de imprensa, que a relação do governo com Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento da Petrobras preso na Operação Lava Jato, era "institucional". O nome de Cabral, segundo a revista Veja desta semana, aparece no depoimento de Costa à Polícia Federal como um dos beneficiados de um grande esquema de corrupção na estatal.

Cabral questiona em qual afirmação de Costa seu nome é mencionado, uma vez que ainda não foram divulgadas acusações contextualizadas feitas por ele à PF. Investigado por participação de um esquema de lavagem de dinheiro e corrupção na Petrobras que teria movimentado R$ 10 bilhões, o ex-diretor se beneficiou de um acordo de delação premiada.

Nos depoimentos diários que vem prestando desde o dia 29 de agosto, em Curitiba, onde está preso, além de Cabral ele citou, conforme a revista Veja, o ex-governador de Pernambuco e ex-candidato à Presidência da República Eduardo Campos (PSB), que morreu dia 13 de agosto, e a atual governadora do Maranhão (PMDB), Roseana Sarney. Ele também mencionou pelo menos 32 deputados e senadores, além dos governadores.

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