Ação militar na Líbia deve ser aprovada pela ONU, diz Patriota

Chanceler afirmou que eventos no mundo árabe são "de grande preocupação para o Brasil"

Pequim – O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Antonio Patriota, manifestou nesta sexta-feira que a vigilância do espaço aéreo da Líbia ou outra iniciativa militar adotada diante da situação registrada no país deve respeitar a Carta da ONU e as resoluções do Conselho de Segurança.

Ao término de uma visita de dois dias a Pequim para preparar a que será efetuada pela presidente Dilma Rousseff em abril, Patriota disse à imprensa que os eventos na Líbia e no mundo árabe “são de grande preocupação para o Brasil”.

Patriota destacou que o continente todo olha para a região dos conflitos e lembrou que em 2005 foi celebrada no Brasil a primeira cúpula América Latina-Países Árabes e a segunda no Catar.

“O povo brasileiro é solidário às aspirações dos líbios a uma maior participação nas decisões (de poder)”, declarou.

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