São Paulo - O brasileiro ainda reluta em pagar por assessoria financeira personalizada, e para algumas pessoas realmente é possível "ir levando" sem essa ajuda profissional. O mais comum é que as pessoas poupem, resolvam suas dívidas e escolham seus investimentos por conta própria ou a partir de dicas do gerente do banco. Mas quem não deveria dispensar a inclusão desse apoio em seu orçamento pessoal? O diretor técnico da Apogeo Investimentos, Paulo Bittencourt, responde no vídeo.