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'Efeito iPhone': para James Gifford, o ESG veio para ficar

Um dos criadores da sigla ESG, o economista James Gifford vê a preocupação socioambiental como um caminho sem volta no mercado financeiro — e com impactos duradouros feito os dos apps do smartphone da Apple no dia a dia das pessoas

O economista James Gifford vê a preocupação socioambiental como um caminho sem volta no mercado financeiro (Leandro Fonseca/Exame)

O economista James Gifford vê a preocupação socioambiental como um caminho sem volta no mercado financeiro (Leandro Fonseca/Exame)

RC

Rodrigo Caetano

Publicado em 20 de janeiro de 2022 às 05h22.

Última atualização em 20 de janeiro de 2022 às 06h49.

O termo ESG, sigla em inglês para meio ambiente, social e governança, já está incorporado ao vocabulário do mercado financeiro. Pergunte de onde ele surgiu, no entanto, e se ouvirá o som constrangido de coletes de náilon, copos Stanley e jipes Renegade na Faria Lima. No imaginário coletivo, o ESG é quase um meme, que surge de algum canto da internet, marca presença em grupos de WhatsApp e desaparece da forma que chegou, sem aviso. Mas, para o economista James Gifford, um dos criadores da sigla, o ESG é um caminho sem volta. 

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