Revista Exame

Olimpíadas de Paris marcam o auge do trilionário mercado de megaeventos

Os Jogos se espalharam por Paris. E circularam como nunca pelas redes, turbinando perfis de atletas e patrocinadores. É o ápice da era de ouro da experiência. Mas quem paga a conta?

Vôlei de praia em Paris: estruturas temporárias custaram até 90% menos

Vôlei de praia em Paris: estruturas temporárias custaram até 90% menos

Lucas Amorim
Lucas Amorim

Diretor de redação da Exame

Publicado em 22 de agosto de 2024 às 06h00.

Última atualização em 29 de agosto de 2024 às 18h31.

Como não poderia deixar de ser, os Jogos Olímpicos de Paris serão lembrados por desempenhos esportivos inspiradores. O lutador cubano Mijaín López conquistou a quinta medalha de ouro na luta greco-romana. O nadador francês Léon Marchand faturou quatro ouros em sua estreia olímpica, quebrando recordes do lendário Michael Phelps. A brasileira Rebeca Andrade e a americana Simone Biles travaram disputas décimo a décimo na ginástica artística. Stephen Curry acertou nove bolas de três pontos na semifinal do basquete masculino contra a Sérvia. Mas os Jogos serão lembrados também por outro feito atlético digno de nota. O ator americano Tom Cruise, aos 62 anos, desceu por uma corda do alto da cobertura de 35 metros do estádio olímpico de Saint-Denis no ápice da cerimônia de encerramento. O astro de Missão Impossível depois subiu numa moto para levar a bandeira olímpica pelas ruas de Paris. Na sequência, em vídeo, apareceu instalando os anéis olímpicos no conhecidíssimo letreiro de Hollywood. A ação marcou um casamento para lá de simbólico entre esporte e entretenimento, que foi um marco dos Jogos de Paris e tende a ganhar ainda mais força até 2028, quando serão realizados em Los Angeles.

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