'Toy Story 5': quinta aventura de Woody e Buzz alcança números históricos e lidera as bilheterias globais (Divulgação / Pixar)
Freelancer
Publicado em 22 de junho de 2026 às 13h41.
Última atualização em 23 de junho de 2026 às 10h53.
A Pixar tem um novo fenômeno de bilheteria. "Toy Story 5" estreou nos cinemas na última semana com números impressionantes e já se tornou a maior estreia de 2026 nos Estados Unidos, consolidando o retorno da franquia como um dos maiores sucessos da animação.
Segundo a Variety, o longa arrecadou US$ 160 milhões em seu primeiro fim de semana no mercado norte-americano, superando com folga a marca de US$ 131,7 milhões registrada por "Super Mario Galaxy: O Filme", que ocupava o posto de melhor estreia do ano até então.
Além de liderar o ranking anual, "Toy Story 5" também estabeleceu um novo recorde dentro da própria série. A animação ultrapassou os US$ 120 milhões arrecadados por "Toy Story 4" (2019) em sua estreia, tornando-se a maior abertura da história da franquia criada pela Pixar.
O desempenho também colocou o filme em uma posição de destaque entre as animações de todos os tempos. Com US$ 160 milhões arrecadados em seu primeiro fim de semana, "Toy Story 5" conquistou a segunda maior estreia da história para uma animação nos Estados Unidos.
A única produção à sua frente continua sendo "Os Incríveis 2", que abriu com US$ 182,7 milhões em 2018.
Fora dos Estados Unidos, o desempenho também tem sido expressivo. No mercado internacional, "Toy Story 5" já arrecadou US$ 152 milhões. Somado ao desempenho em território estadunidense, o filme alcançou US$ 312 milhões em bilheteria mundial.
O valor já ultrapassa o custo de produção estimado em US$ 250 milhões, embora ainda não considere as despesas de marketing e distribuição.
A nova aventura reúne novamente Woody, Buzz Lightyear, Jessie e outros personagens clássicos da franquia. Na trama, os brinquedos precisam lidar com um novo desafio: a concorrência da tecnologia pela atenção das crianças. Bonnie passa a se interessar por um tablet chamado LilyPad, enquanto os brinquedos tentam encontrar seu espaço em um mundo cada vez mais conectado.
Segundo o diretor Andrew Stanton, o filme aborda uma questão contemporânea sobre a relação das crianças com a tecnologia. A proposta é explorar como os brinquedos lidam com a sensação de estarem perdendo relevância em um mundo cada vez mais conectado às telas.
No Rotten Tomatoes, a produção registra 93% de aprovação, com o consenso destacando a capacidade dos brinquedos de se reinventarem diante dos desafios da era digital. Já no Metacritic, a obra soma 74 pontos de 100.