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Votação de credores na PDG deve ficar para o dia 30

Durante a reunião, os principais credores - entre eles Bradesco, Itaú, Caixa e Banco do Brasil - pedirão o adiamento da votação do plano de reestruturação
PDG: incorporadora acumula R$ 5,75 bilhões em dívidas com 23 mil credores e está em recuperação judicial desde 22 de fevereiro (Divulgação/Divulgação/Modificada por EXAME.com)
PDG: incorporadora acumula R$ 5,75 bilhões em dívidas com 23 mil credores e está em recuperação judicial desde 22 de fevereiro (Divulgação/Divulgação/Modificada por EXAME.com)
Por Aline Bronzati, Cynthia Decloedt e Circe Bonatelli, do Estadão ConteúdoPublicado em 22/11/2017 07:55 | Última atualização em 22/11/2017 07:55Tempo de Leitura: 2 min de leitura

São Paulo - A assembleia de credores da construtora PDG, agendada para esta quarta-feira, 22, não deverá trazer um desfecho para a companhia.

Durante a reunião, os principais credores - entre eles Bradesco, Itaú, Caixa e Banco do Brasil - pedirão o adiamento da votação do plano de reestruturação da incorporadora, conforme apurou o Estadão/Broadcast.

A votação deverá ocorrer, de acordo com fontes próximas às negociações, apenas na segunda convocação, marcada para dia 30 deste mês.

A incorporadora acumula R$ 5,75 bilhões em dívidas com 23 mil credores e está em recuperação judicial desde 22 de fevereiro. É o maior processo do gênero no mercado imobiliário brasileiro.

A razão para o adiamento é o curto espaço de tempo para os bancos analisarem o conteúdo do plano de recuperação, reapresentado pela PDG na última sexta-feira. Essa é a terceira versão do plano, que foi reformulado para contemplar ajustes alinhados com os credores.

O documento estabelece novas condições para pagamento das dívidas. A estratégia continua baseada em pilares como a reorganização dos projetos, a obtenção de novos empréstimos, a conclusão das obras atuais e a venda de ativos.

Uma mudança, porém, refere-se à forma de pagamento de credores com garantias reais. Antes, o dinheiro da venda dos empreendimentos seria depositado em contas específicas que reunissem os credores ligados a esses ativos.

Agora, no entanto, a PDG prevê a centralização do caixa disponível em só uma pessoa jurídica. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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