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Unidade de jatos da Bombardier cortará 1.750 empregos

Cortes vão começar em junho de 2015 e vão prosseguir até o primeiro trimestre de 2016


	Trabalhadores em uma fábrica da Bombardier: encomendas líquidas caíram para 19 ante 46 em comparação ao mesmo período do ano passado
 (Susana Gonzalez/Bloomberg)

Trabalhadores em uma fábrica da Bombardier: encomendas líquidas caíram para 19 ante 46 em comparação ao mesmo período do ano passado (Susana Gonzalez/Bloomberg)

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Da Redação

Publicado em 14 de maio de 2015 às 10h46.

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Toronto - A Bombardier, fabricante canadense de trens e aeronaves, disse nesta quinta-feira que planeja cortar 1.750 postos de trabalho em sua divisão de jatos executivos, principalmente devido à demanda mais fraca por jatos empresariais da série Global.

"As atuais condições econômicas e questões geopolíticas em algumas regiões de mercado, como América Latina, China e Rússia, prejudicaram os níveis de encomendas por todo o setor", disse a companhia em comunicado, acrescentando que vai cortar as taxas de produção de suas aeronaves Global 5000 e 6000.

A companhia, na semana passada, divulgou resultados trimestrais e alertou que poderia cortar a produção de seus lucrativos jatos Global, maiores aeronaves executivas da companhia.

Os lucros com jatos executivos ficaram estáveis no primeiro trimestre, mas as encomendas líquidas caíram para 19 ante 46 em comparação ao mesmo período do ano passado.

Em teleconferência, o presidente-executivo, Alain Bellemare, disse que a fraqueza estava localizada no programa de jatos grandes da série Global.

A Bombardier informou que os cortes vão começar em junho de 2015 e vão prosseguir até o primeiro trimestre de 2016.

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