Negócios

Unicórnios verdes? Mercado de carbono cria oportunidades para empreender com propósito e impacto

Mercado de carbono abre oportunidades para startups alcançarem status de unicórnios ao combinar impacto socioambiental com inovação, mas sofre com escassez de profissionais capacitados

Guilherme Santiago
Guilherme Santiago

Content Writer

Publicado em 31 de maio de 2024 às 16h38.

Última atualização em 31 de maio de 2024 às 17h21.

Quando uma startup passa a ser avaliada em US$ 1 bilhão, há motivos para comemorar. Isso porque elas entram para o seleto grupo dos unicórnios – uma referência à criatura mitológica rara e valiosa (assim como essas empresas).

É comum que esse grupo seja liderado pelas companhias de tecnologia, que historicamente têm dominado os recursos financeiros e o cenário de inovação. Empresas como Uber, Airbnb e ByteDance são exemplos clássicos de unicórnios tecnológicos que redefiniram setores inteiros com suas propostas disruptivas. 

Mas as possibilidades estão se expandindo para incluir startups que focam em soluções sustentáveis. Com a crescente conscientização sobre as mudanças climáticas e a pressão por práticas empresariais responsáveis, o mercado de carbono surge como uma área promissora para empresários que desejam empreender sem esquecer do propósito e do impacto socioambiental. 

Com matrículas abertas, curso livre quer capacitar profissionais para liderar a transição para economia de baixo carbono; saiba mais aqui

Para ter ideia, segundo um estudo da Câmara de Comércio Internacional (ICC Brasil), o potencial de geração de receitas com créditos de carbono até 2030 para o Brasil ficaria entre cerca de US$ 493 milhões e US$ 100 bilhões.

Quem são os "unicórnios verdes"?

Empreendedores no mercado de carbono estão aproveitando a oportunidade de atender a uma demanda global crescente por soluções que combatam a crise climática. Essas startups desenvolvem tecnologias para captura de carbono, energias renováveis, eficiência energética e compensação de emissões e estão atraindo investidores e alcançando avaliações bilionárias.

Quer liderar a transição para uma economia de baixo carbono? Capacite-se com o novo curso da Faculdade EXAME; saiba mais aqui

Para além do potencial econômico, essas startups destacam-se pelo impacto positivo na sociedade e no meio ambiente. São inúmeras soluções que equilibram propostas para a criação de um futuro mais sustentável com lucratividade. Esse novo paradigma está redefinindo o conceito de sucesso empresarial e atraindo uma nova geração de consumidores e investidores.

O desafio, porém, é que existem poucos profissionais capacitados para atuar nesse mercado. A crescente demanda por soluções inovadoras em sustentabilidade exige uma força de trabalho qualificada para enfrentar os desafios que acompanham esse mercado.

Como se especializar no mercado de carbono?

Para os empreendedores e profissionais interessados em se destacar no mercado de carbono, a qualificação é essencial. Com a crescente conscientização global sobre a urgência das mudanças climáticas, há uma demanda crescente por soluções sustentáveis que reduzam as emissões de carbono e promovam uma economia de baixo carbono.

De olho nisso, a Faculdade EXAME anuncia um novo produto em seu portfólio: o curso Mercado de Carbono: Liderando Estratégias Sustentáveis

Com um currículo que equilibra conhecimentos teóricos e práticos, o curso é voltado para profissionais que buscam uma especialização no mercado de carbono. A grade conta com aulas sobre sustentabilidade, governança e estratégias para a transição para uma economia de baixo carbono. Para conhecer mais sobre o curso e as condições de matrícula, basta clicar aqui.

*Esse conteúdo é apresentado por Faculdade EXAME

Acompanhe tudo sobre:branded marketing

Mais de Negócios

Empreendendo no mercado pet, ele saiu de R$ 50 mil para R$ 1,8 milhão. Agora, aposta em franquias

Ele quer chegar a 100 lojas e faturar R$ 350 milhões com produtos da Disney no Brasil

Shopee ultrapassa Amazon e se torna segundo e-commerce mais acessado do Brasil em maio; veja a lista

Por que a Cimed está disposta a pagar R$ 450 milhões pela Jequiti

Mais na Exame