Negócios

Sotheby's adota cláusula contra oferta hostil

Casa de leilões disse que adotou uma cláusula que limita a tomada de controle


	Sede da Sotheby's: companhia adotou cláusula dois dias após o fundo Third Point do investidor ativista Daniel Loeb aumentar sua fatia na empresa
 (Suzanne Plunkett/Reuters)

Sede da Sotheby's: companhia adotou cláusula dois dias após o fundo Third Point do investidor ativista Daniel Loeb aumentar sua fatia na empresa (Suzanne Plunkett/Reuters)

DR

Da Redação

Publicado em 4 de outubro de 2013 às 21h19.

Nova York - A casa de leilões Sotheby's disse nesta sexta-feira que adotou uma cláusula que limita a tomada de controle, conhecida como poison pill, dois dias após o fundo Third Point do investidor ativista Daniel Loeb aumentar sua fatia na empresa.

Os fundos de 13 bilhões de dólares de Loeb querem substituir a liderança da Sotheby devido a fracos resultados financeiros e perdas de mercado para a rival Christie's.

A Sotheby's e seu presidente William Ruprecht estão reagindo, apontando para o crescente preço da ação, vendas fortes como a da obra "O Grito", de Edvard Munch, por 120 milhões de dólares em 2012, e recente revisão de estratégias financeiras.

A poison pill será acionada se qualquer investidor, com exceções, comprar mais de 10 por cento das ações ordinárias da Sotheby's. Este instrumento é uma forma de impedir tentativas hostis de aquisição por meio da diluição forçada de certos investidores se eles excederem determinada participação.

"O objetivo é proteger a Sotheby's e seus acionistas de esforços de obter controle que sejam inconsistentes com os melhores interesses da companhia e seus acionistas", disse a empresa em comunicado.

Acompanhe tudo sobre:gestao-de-negociosFusões e AquisiçõesLeilões

Mais de Negócios

Como jovem de 18 anos criou startup de revenda de ingressos que movimenta R$ 100 milhões

15 franquias baratas a partir de R$ 5.999 para sair do CLT e começar a empreender

Cica: o que aconteceu com a marca de extrato de tomate que dominou o Brasil nos anos 80

Com receita de R$ 2 bi, Atlas tenta se diferenciar em mercado de fogões cada vez mais iguais