Negócios

Príncipe saudita se torna segundo acionista do Twitter

Com as aquisições das últimas seis semanas, o magnata árabe e o KHC possuem mais de 5% do capital do Twitter, com um total de 34.948.975 ações


	Príncipe saudita, Alwaleed bin Talal: a KHC tem uma lista da ações muito diversificada, com participações da EuroDisney, a cadeia de hotéis For Seasons e o Citybank
 (Faisal Al Nasser/Reuters)

Príncipe saudita, Alwaleed bin Talal: a KHC tem uma lista da ações muito diversificada, com participações da EuroDisney, a cadeia de hotéis For Seasons e o Citybank (Faisal Al Nasser/Reuters)

DR

Da Redação

Publicado em 7 de outubro de 2015 às 14h57.

Priorizar nos meus resultados Google

O príncipe saudita Alwaleed bin Talal e seu grupo Kingdom Holding Compagny (KHC) anunciaram que ele se tornou o segundo maior acionista do Twitter, após ter aumentado sua participação no capital da rede social.

Com as aquisições das últimas seis semanas, o magnata árabe e o KHC possuem mais de 5% do capital do Twitter, com um total de 34.948.975 ações.

"Este passo converte o príncipe Alwaleed e o KHC no segundo acionista" da empresa californiana.

A ação do Twitter em Nova York fechou na terça-feira em 27,62 dólares, o que valoriza a participação do príncipe e de sua empresa em 965 milhões de dólares.

Alwaleed e KHC já haviam negociado capital com o Twitter em 2011, dois anos antes de seu laçamento na bolsa.

A KHC tem uma lista da ações muito diversificada, com participações da EuroDisney, a cadeia de hotéis For Seasons e o Citybank.

As redes sociais gozam de grande popularidade na Arábia Saudita, onde os meios tradicionais estão sob controle restrito das autoridades.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas de internetEmpresas americanasRedes sociaisInternetTwitterArábia SauditaAcionistas

Mais de Negócios

Parque que superou Disney no interior de SP fatura R$ 260 milhões e fará maior expansão da história

O paulista que movimenta R$ 5,5 bilhões com dentistas e vai comprar mil clínicas pelo Brasil

O advogado gaúcho que fez dos prédios antigos de SP um roteiro de diversão de R$ 45 milhões

O empresário carioca não precisa mais ir a São Paulo para fazer negócios?