Negócios

Microsoft diz vencer julgamento de patentes contra Motorola

Companhia afirmou que um júri decidiu em seu favor no segundo de dois processos em relação às licenças das chamadas patentes essenciais


	Tablet Surface da Microsoft: companhia afirmou que Motorola quebrou acordos para licenciar as patentes a uma taxa justa e razoável
 (David Paul Morris/Bloomberg)

Tablet Surface da Microsoft: companhia afirmou que Motorola quebrou acordos para licenciar as patentes a uma taxa justa e razoável (David Paul Morris/Bloomberg)

DR

Da Redação

Publicado em 4 de setembro de 2013 às 22h22.

Priorizar nos meus resultados Google

Seattle - A Microsoft afirmou nesta quarta-feira que um júri decidiu em seu favor no segundo de dois processos no tribunal federal de Seattle em relação às licenças das chamadas patentes essenciais ou padrões da Motorola usadas em produtos da Microsoft.

A Microsoft afirmou que a fabricante de telefones Motorola, de propriedade do Google, quebrou os acordos para licenciar as patentes a uma taxa justa e razoável, uma posição que, segundo a empresa, o júri concordou.

No ano passado, a Microsoft também venceu um processo relacionado em Seattle, em que o juiz considerou que a taxa apropriada para a Motorola licenciar as patentes em disputa era apenas uma fração do que a Motorola havia pedido.

"Esta é uma vitória histórica para todos aqueles que querem produtos que sejam acessíveis e funcionem bem juntos", afirmou a Microsoft em um comunicado.

Um representante do Google não respondeu imediatamente a um pedido para comentar o assunto.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas americanasempresas-de-tecnologiaMicrosoftTecnologia da informaçãoMotorolaPatentes

Mais de Negócios

Eles começaram ganhando comida grátis. Hoje faturam milhões procurando o 'hamburguer perfeito'

Esta família do Nordeste é dona de 12 mil imóveis, fatura R$ 1,5 bilhão e vai chegar em SP

Startup de US$ 5 bilhões quer virar braço direito de gigantes do Brasil e encurtar meses de trabalho

De trainee a CEO global da Coca-Cola: os planos de Henrique Braun para a gigante de US$ 48 bilhões