Negócios

Lucro da Bombardier cai 14% com recuo de encomenda

Resultado da fabricante de aviões e de trens ficou em US$ 190 milhões, ou US$ 0,10 por ação

O uso de fluxo livre de caixa totalizou US$ 712 milhões no primeiro trimestre (Divulgação)

O uso de fluxo livre de caixa totalizou US$ 712 milhões no primeiro trimestre (Divulgação)

DR

Da Redação

Publicado em 14 de agosto de 2013 às 12h41.

Toronto - O lucro da fabricante de aviões e trens canadense Bombardier caiu 14% no primeiro trimestre, para US$ 190 milhões, ou US$ 0,10 por ação, de US$ 220 milhões, ou US$ 0,12 por ação, em igual período do ano passado. A queda do lucro foi resultado do declínio das encomendas de jatos executivos e aeronaves comerciais. O lucro ficou em linha com a médias das previsões dos analistas entrevistados pela Thomson Reuters.

A receita da empresa recuou para US$ 3,5 bilhões no primeiro trimestre, de US$ 4,7 bilhões em igual período do ano passado, abaixo das previsões dos analistas de uma receita de US$ 4,52 bilhões.

O uso de fluxo livre de caixa totalizou US$ 712 milhões no primeiro trimestre, ante US$ 409 milhões em igual período de 2011.

As entregas de aeronaves no primeiro trimestre totalizaram 37 unidades, bem abaixo dos 61 aviões entregues no ano mesmo período de 2011.

A carteira de encomendas da Bombardier totalizou US$ 55,2 bilhões no primeiro trimestre, ante US$ 53,9 bilhões no trimestre anterior. As encomendas aeroespaciais corresponderam a US$ 23,3 bilhões do total, uma alta de quase 6% em comparação com o resultado do quarto trimestre. As informações são da Dow Jones.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasSetor de transporteLucroAviaçãoTransportesTrensBombardierBalanços

Mais de Negócios

Ele vai faturar R$ 100 milhões transformando o tubo da pasta de dente em telha para construção

Este ex-jornaleiro ouviu 42 'nãos' antes de criar empresa que fatura R$ 20 milhões com água gratuita

Como a maior rede de ortodontia do Brasil fez cada clínica vender mais — e chegou a R$ 570 milhões

Multinacional de R$ 350 milhões constrói centro logístico no Brasil — e não vai parar por aí