Negócios

Indonésia planeja adquirir fatia da Rio Tinto em mina da Freeport

A Indonésia planeja, em 2018, completar a aquisição da participação da Rio Tinto na mina de cobre de Grasberg

Rio Tinto: empresa tem 40% no contrato da Freeport para operar a Grasberg (Carla Gottgens/Bloomberg)

Rio Tinto: empresa tem 40% no contrato da Freeport para operar a Grasberg (Carla Gottgens/Bloomberg)

R

Reuters

Publicado em 5 de dezembro de 2017 às 13h01.

Priorizar nos meus resultados Google

Jacarta - A Indonésia planeja adquirir a fatia de 40 por cento da Rio Tinto, na gigante mina de cobre de Grasberg, operada pela unidade local da Freeport-McMoRan, disse o ministro de Minas do país.

Pelos termos de uma joint venture formada em 1996, a Rio Tinto tem 40 por cento no contrato da Freeport para operar a Grasberg, o que lhe confere 40 por cento da produção acima de níveis específicos até 2021 e 40 por cento de toda a produção após 2022.

Conforme um acordo anunciado em agosto, a Freeport, com sede em Phoenix, no Estado de Arizona, disse que iria repassar a sua fatia de 51 por cento da PT Freeport Indonesia para o governo do país asiático, para atender regras locais.

A Indonésia planeja, em 2018, completar a aquisição da participação da Rio Tinto na mina, como parte da compra dos 51 por cento da Freeport Indonesia pelo Ministério de Empresas Estatais e outras unidades governamentais, disse nesta terça-feira o ministro de Energia e Mineração, Ignasius Jonan.

"Para alcançarmos os 51 por cento, há os 40 por cento da Rio Tinto que serão adquiridos pelo Ministério de Empresas Estatais, junto com as empresas regionais e as tribos (Papuan) ligadas às operações de PT Freeport Indonesia", disse Jonan.

Acompanhe tudo sobre:IndonésiaFusões e AquisiçõesRio TintoCobre

Mais de Negócios

Parque que superou Disney no interior de SP fatura R$ 260 milhões e fará maior expansão da história

O paulista que movimenta R$ 5,5 bilhões com dentistas e vai comprar mil clínicas pelo Brasil

O advogado gaúcho que fez dos prédios antigos de SP um roteiro de diversão de R$ 45 milhões

O empresário carioca não precisa mais ir a São Paulo para fazer negócios?