Negócios

Grupo SEB espera janela para IPO, diz Chaim Zaher

Um IPO seria o caminho "se vier alguma coisa muito grande, para ampliar nosso nível de internacionalização", segundo Zaher

Chaim Zaher: com aquisições maiores em vista, grupo educacional poderia lançar ações na Bolsa para se capitalizar

Chaim Zaher: com aquisições maiores em vista, grupo educacional poderia lançar ações na Bolsa para se capitalizar

EC

Estadão Conteúdo

Publicado em 13 de fevereiro de 2017 às 14h54.

Última atualização em 20 de fevereiro de 2017 às 18h13.

São Paulo - O grupo SEB, de educação, considera a possibilidade de abrir capital, segundo afirmou seu presidente, o empresário Chaim Zaher.

Ele declarou, porém, que uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) só faria sentido no caso de a companhia se deparar com a possibilidade de uma aquisição de grande porte.

Um IPO, disse, seria o caminho "se vier alguma coisa muito grande, para ampliar nosso nível de internacionalização", comentou.

O empresário destacou que as aquisições até aqui foram feitas com recursos próprios do grupo, mas destacou que poderia haver a necessidade de captação no mercado para aquisições grandes.

O SEB anunciou nesta segunda-feira, 13, a aquisição das operações do Brasil e América do Sul da canadense Mapple Bear. O grupo deterá 95% do negócio regional enquanto a companhia global fica com 5%.

Com a transação, o SEB espera atingir R$ 760 milhões em faturamento em 2017. São 275 escolas ligadas ao grupo entre unidades próprias, parceiros dos sistemas de ensino e as 85 franquias do Mapple Bear.

O grupo tem um plano de investir R$ 400 milhões entre 2016 e 2018.

Acompanhe tudo sobre:Chaim ZaherEducaçãoGrupo SEB (Sistema Educacional Brasileiro)IPOs

Mais de Negócios

Giovanna Antonelli, Caio Castro, Deborah Secco e mais: conheça franquias com sócios famosos

Faturamento de R$ 5,4 milhões? Veja as franquias mais rentáveis do Brasil e como investir nelas

Essa fintech acaba de captar R$ 8 milhões para ajudar brasileiros a investir no exterior

Imóveis, cheques e itens de luxo são mais usados em crimes financeiros do que criptomoedas

Mais na Exame