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GOL pode cortar até 2.500 empregos neste ano

Segundo agência internacional Bloomberg, demissões na companhia aérea estão atreladas à recuperação da rentabilidade

Em comunicado, a Gol citou ainda a devolução de duas aeronaves B767 que operavam fretamentos internacionais (Divulgacao/EXAME)

Em comunicado, a Gol citou ainda a devolução de duas aeronaves B767 que operavam fretamentos internacionais (Divulgacao/EXAME)

Daniela Barbosa

Daniela Barbosa

Publicado em 26 de junho de 2012 às 09h28.

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São Paulo - A GOL afirmou, ontem, que os cortes podem chegar a 2.500 empregos até o fim deste ano. Segundo a agência internacional de notícias Bloomberg, a declaração foi feita por Leonardo Pereira, vice-presidente financeiro da companhia aérea.

De acordo com a Bloomberg, a estimativa da companhia é terminar o ano com 18.000 funcionários. No início de 2012, a companhia possuía 20.500 colaboradores.

"Estamos fazendo um exercício de adaptação de estrutura de custos. Estamos trabalhando muito duro para cortar os gastos", afirmou Pereira à agência, que participou do GOL Day, em Nova York. 

No início do mês, a GOL anunciou a demissão de 190 tripulantes. Na ocasião, a companhia afirmou que estava dando continuidade ao processo de adequação da nova realidade do setor aéreo no Brasil. Em abril, mais de 130 funcionários foram demitidos pela empresa.

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