Negócios

Filipinas receberá primeiro navio da Vale com destino à Ásia

O navio Berge Everest, de 388 mil toneladas, é o primeiro da frota de 35 supernavios da empresa a partir para a Ásia

Vale tem sido forçada a desviar sua frota, enquanto aguarda Pequim liberar o acesso aos portos chineses (Divulgação/Vale)

Vale tem sido forçada a desviar sua frota, enquanto aguarda Pequim liberar o acesso aos portos chineses (Divulgação/Vale)

DR

Da Redação

Publicado em 4 de janeiro de 2012 às 14h37.

Priorizar nos meus resultados Google

Cingapura- Um dos supernavios para transporte de minério de ferro da Vale, que estão entre os maiores do mundo, deve chegar às Filipinas esta semana para descarregar a matéria-prima vinda do Brasil, enquanto a frota da mineradora permanece impedida de alcançar seu maior mercado, a China.

A Vale tem sido forçada a desviar sua frota de seis supernavios para as Filipinas, Itália, Omã e outros destinos, enquanto aguarda Pequim liberar o acesso aos portos chineses.

O navio Berge Everest, de 388 mil toneladas, é o primeiro da frota de 35 supernavios da Vale (Valemaxes) a partir para a Ásia totalmente carregado com minério de ferro.

Após uma breve parada para reabastecimento em Cingapura este mês, o navio irá atracar no Porto de Villanueva, nas Filipinas, segundo a Reuters Freightviews.

O carregamento de minério de ferro deve, então, ser transferido para dois navios menores, provavelmente com destino à China, segundo um agente do porto.

"Parece que o navio será descarregado nas Filipinas. Acho que seremos o centro de minério de ferro da Vale na Ásia até o problema na China ser resolvido", disse um agente do porto local.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas abertasEmpresas brasileirasSiderúrgicasValeMineraçãoÁsiaFilipinasVendasComércio exteriorExportações

Mais de Negócios

Grupo que nasceu de bicicleta e apito celebra 40 anos e fatura R$ 2,4 bi

Grupo Sabin reduz em 25% o tempo de atendimento com uso de IA

O que o Brasil precisa fazer para transformar seu potencial mineral

De uma faculdade no Tocantins à Nasdaq: dois médicos criaram um negócio de R$ 3,7 bilhões