Negócios

BICBANCO tem prejuízode R$ 150,8 mi no 2º trimestre

Segundo a companhia, o resultado foi impactado principalmente pela constituição de Provisões para Devedores Duvidosos

Fachada de uma agência do BICBANCO, em Brasília (Adriano Machado/Bloomberg)

Fachada de uma agência do BICBANCO, em Brasília (Adriano Machado/Bloomberg)

DR

Da Redação

Publicado em 15 de agosto de 2014 às 20h36.

Priorizar nos meus resultados Google

São Paulo - O BICBANCO registrou prejuízo líquido ajustado de R$ 150,8 milhões no segundo trimestre de 2014, ante lucro de R$ 3,8 milhões no primeiro trimestre deste ano e de R$ 28,5 milhões no segundo trimestre de 2013.

Segundo a companhia, o resultado foi impactado principalmente pela constituição de Provisões para Devedores Duvidosos (PDDs) no valor de R$ 244,9 milhões, em sua maior parte alocadas à ampliação do provisionamento de créditos vincendos.

As operações de crédito acrescidas por avais e fianças totalizaram R$ 12,966 bilhões, crescimento de 1,4% nos últimos três meses e recuo de 4,9% em 12 meses.

Já os ativos totais somaram R$ 15,021 bilhões, recuo de 1,6% na comparação trimestral e de 10,7% na anual.

O patrimônio líquido da instituição ao final de junho somava R$ 1,815 bilhão, queda de 6,9% em relação a março e de 5,5% ante junho do ano passado.

A margem financeira ajustada ficou em 5,5% no segundo trimestre, recuo de 0,3 ponto porcentual sobre o primeiro trimestre e alta de 0,4 ponto porcentual sobre o segundo trimestre do ano passado.

O índice de Basileia terminou o segundo trimestre em 16,7%, ante 17,5% no primeiro trimestre e 18,5% no segundo trimestre de 2013.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasBancosgestao-de-negociosResultadoPrejuízoFinançasCCB Brasil (antigo BicBanco)Balanços

Mais de Negócios

Artur Grynbaum, do Grupo Boticário, defende adiar reforma tributária: 'É mais sensato postergar'

Eles começaram ganhando comida grátis. Hoje faturam milhões procurando o 'hamburguer perfeito'

Esta família do Nordeste é dona de 12 mil imóveis, fatura R$ 1,5 bilhão e vai chegar em SP

Startup de US$ 5 bilhões quer virar braço direito de gigantes do Brasil e encurtar meses de trabalho