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Anglo American retoma operação do sistema Minas-Rio após aval do Ibama

Rompimento do mineroduto que transporta produção de minério de ferro de Minas Gerais até o Rio de Janeiro causou suspensão de atividades

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Anglo American: antes de paralisar suas operações, a empresa estava produzindo a um ritmo anual de cerca de 17 milhões de toneladas (Nadine Hutton/Bloomberg)

Anglo American: antes de paralisar suas operações, a empresa estava produzindo a um ritmo anual de cerca de 17 milhões de toneladas (Nadine Hutton/Bloomberg)

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Marta Nogueira, da Reuters

Publicado em 27 de março de 2018 às, 19h12.

Última atualização em 27 de março de 2018 às, 19h20.

Rio de Janeiro - A mineradora Anglo American irá retomar nesta terça-feira a operação do sistema Minas-Rio, após o rompimento do mineroduto que transporta sua produção de minério de ferro de Minas Gerais até o Rio de Janeiro causar uma suspensão de suas atividades em 12 de março, informou a empresa em nota.

A companhia disse que o órgão ambiental federal Ibama permitiu a retomada das atividades após conclusão da análise da documentação apresentada pela empresa, que segundo ela "evidencia o cumprimento de uma série de ações de resposta ao incidente."

Antes de paralisar suas operações, a empresa estava produzindo a um ritmo anual de cerca de 17 milhões de toneladas, segundo afirmou em entrevista à Reuters em 13 de março o diretor de assuntos corporativos da Anglo American, Ivan Simões.

O minério da Anglo é transportado da mina e da usina de beneficiamento, em Conceição do Mato Dentro e Alvorada de Minas (MG), até o porto, em São João da Barra (RJ), ao longo de um mineroduto de 529 quilômetros, que atravessa 33 municípios mineiros e fluminenses.

Com o rompimento do mineroduto, em Santo Antônio do Grama (MG), houve o despejo de 300 toneladas de uma polpa formada por uma mistura de minério de ferro com água em um córrego na região.

Entre as ações de reparação em andamento, segundo a Anglo, está a limpeza da calha e das margens do córrego Santo Antônio do Grama, iniciada em 15 de março, por uma equipe de 200 profissionais, que deverá ser concluída até o fim de maio.

"O monitoramento da água também será mantido, com reportes periódicos aos órgãos competentes", disse a empresa.

A polpa, que vazou por aproximadamente 25 minutos, consistia de 70 por cento de minério de ferro e 30 por cento de água, segundo informou anteriormente a empresa, que afirmou que o produto não é tóxico e nem classificado como perigoso.

Nesta terça-feira, a empresa ressaltou que mantém o diálogo com a comunidade local e realiza um levantamento nas áreas rural e urbana de Santo Antônio do Grama, de modo a identificar oportunidades de ações complementares.

A empresa disse ainda que o abastecimento de água na cidade está normalizado desde 15 de março, com captação de água no ribeirão Salgado.

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