Mundo

Trump acusa Obama de ter fundado Estado Islâmico

Em um reunião com partidários em Lauderdale, Flórida, Trump disse que o grupo jihadista "honra o presidente Obama"


	Trump: "Ele é o fundador do ISIS, entendem? É o fundador! Ele fundou o ISIS"
 (Jake Parrish / Reuters)

Trump: "Ele é o fundador do ISIS, entendem? É o fundador! Ele fundou o ISIS" (Jake Parrish / Reuters)

DR

Da Redação

Publicado em 11 de agosto de 2016 às 10h36.

Priorizar nos meus resultados Google

O candidato republicano à Casa Branca, Donald Trump, acusou nesta quarta-feira o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, de ser o fundador do grupo Estado Islâmico (EI).

Em um reunião com partidários em Lauderdale, Flórida, Trump disse que o grupo jihadista "honra o presidente Obama".

"Ele é o fundador do ISIS, entendem? É o fundador! Ele fundou o ISIS", disse Trump utilizando o acrônimo do EI.

O candidato republicano também disparou contra sua adversária democrata, Hillary Clinton, que "seria cofundadora" do Estado Islâmico.

Mais cedo nesta quarta-feira, Hillary Clinton disse que Trump foi longe demais ao sugerir, segundo ela, uma resistência dos detentores de armas no caso de uma vitória democrata na disputa pela Casa Branca, em novembro.

Na longa lista de frases incendiárias ou ambíguas ditas durante sua campanha presidencial, Trump acrescentou na véspera uma que incendiou a polêmica, durante um comício em Wilmington, Carolina do Norte.

Trump advertiu seus simpatizantes de que se a ex-senadora chegar à presidência, poderá nomear os próximos juízes da Corte Suprema que, de acordo com suas palavras, buscariam acabar com a Segunda Emenda da Constituição sobre o direito à posse de armas.

"Se ela escolher seus juízes, vocês não poderão fazer nada, gente", disse Trump. "Embora as pessoas da Segunda Emenda - talvez possam fazer, eu não sei", acrescento, deixando a frase em aberto.

Acompanhe tudo sobre:PersonalidadesPolíticosCelebridadesEmpresáriosEstado IslâmicoDonald TrumpEleições americanasBarack Obama

Mais de Mundo

Duas décadas depois do 11 de Setembro, EUA seguem vulneráveis ao terrorismo

Líbano e Arábia Saudita entram no radar da guerra no Irã; entenda

'Dividendo Trump': presidente dos EUA oferece US$ 5 mil em troca de voto

Irã retoma atividade preocupante em centro de enriquecimento de Urânio, diz instituto