Mundo

Três pessoas morrem no Cairo em protesto contra Sissi

Defensores do presidente deposto Mohamed Mursi tomaram ruas de várias cidades do Egito para demonstrar repúdio ao ex-chefe do exército el-Sissi


	Abdel-Fattah el-Sissi: ex-chefe do exército anunciou nesta semana sua renúncia ao cargo para concorrer à presidência do país em eleições marcadas para abril
 (Reuters)

Abdel-Fattah el-Sissi: ex-chefe do exército anunciou nesta semana sua renúncia ao cargo para concorrer à presidência do país em eleições marcadas para abril (Reuters)

DR

Da Redação

Publicado em 28 de março de 2014 às 17h03.

Cairo - Três pessoas, incluindo uma jornalista egípcia, foram mortas no Cairo nesta sexta-feira em um confronto entre a polícia e islamistas que protestavam contra a candidatura do ex-chefe do exército do país, Abdel-Fattah el-Sissi, à presidência.

Defensores do presidente deposto Mohamed Mursi tomaram as ruas de várias cidades do Egito para demonstrar repúdio a el-Sissi, que derrubou o líder islamista nove meses atrás. 

El-Sissi anunciou nesta semana sua renúncia ao cargo para concorrer à presidência do país nas eleições marcadas para abril.

Mayada Ashraf, que trabalhava para o jornal privado Al-Dustour, levou um tiro na cabeça enquanto fazia uma reportagem sobre os confrontos no bairro de Ein Shams, segundo uma autoridade de segurança local. O jornal confirmou a morte da jornalista. A fonte acrescentou que mais duas pessoas morreram no mesmo confronto.

Antes da morte de Ashraf, o comitê de proteção a jornalistas informava que nove profissionais haviam sido mortos no Egito desde a revolta popular que tirou do poder o ditador Hosni Mubarak, no início de 2011. Fonte: Dow Jones Newswires.

Acompanhe tudo sobre:ÁfricaMortesEgitoExército

Mais de Mundo

Empresa distribui US$ 26 milhões em dinheiro vivo para funcionários na China; veja vídeo

EUA oferecem recompensa de US$ 10 milhões por prisão dos chefes de cartel

Irã diz que houve 'avanço' em negociação com EUA sobre acordo nuclear

Hillary Clinton nega conexões com Epstein e pede que Trump seja chamado para depor