Senado aprova direito de chilenos no exterior a votar
Após 24 anos, chilenos que residem no exterior poderão agora e definitivamente participar das eleições presidenciais e primárias
Da Redação
Publicado em 22 de abril de 2014 às 22h38.
Santiago do Chile - Os chilenos que residem no exterior poderão agora e definitivamente participar das eleições presidenciais e primárias depois de o Senado aprovar nesta terça-feira o projeto de lei, que demorou 24 anos para receber o sinal verde do parlamento
Por 28 votos a favor, cinco contra e três abstenções, o Senado aprovou a iniciativa que agora foi enviada para promulgação como lei da República, após uma votação que se prolongou por duas horas e meia.
A presidente do Senado, a socialista Isabel Allende, disse que esta medida "faz bem ao país e faz bem à democracia".
A ministra da secretaria-geral da presidência, Ximena Rincón, assegurou aos jornalistas que "este é um dia histórico para o Chile , tanto para os que vivem no país como no exterior".
"É uma moção que foi lançada há vários anos e que hoje, com um respaldo muito grande do Senado, foi conseguida", acrescentou.
Já o senador da Renovação Nacional, Alberto Espinho, da oposição, afirmou que a decisão de hoje "é um momento importante para modernizar a democracia".
"Nos alegramos deste passo, as democracias são mais sólidas e fortes quanto mais pessoas podem participar dela. Hoje fazemos justiça com milhares de chilenos", acrescentou.
A medida regula o exercício do sufrágio dos cidadãos que fora do país, permitindo a eles votar nas eleições nacionais, tanto nas primárias presidenciais e nas eleições para presidente da república.
O projeto já tinha sido aprovado pela Câmara dos Deputados com uma indicação do governo, que estabelecia que o cidadão chileno que estiver fora do país só precisa manifestar uma vez em um consulado o desejo de votar, ficando assim habilitado permanentemente para exercer seu direito.
Santiago do Chile - Os chilenos que residem no exterior poderão agora e definitivamente participar das eleições presidenciais e primárias depois de o Senado aprovar nesta terça-feira o projeto de lei, que demorou 24 anos para receber o sinal verde do parlamento
Por 28 votos a favor, cinco contra e três abstenções, o Senado aprovou a iniciativa que agora foi enviada para promulgação como lei da República, após uma votação que se prolongou por duas horas e meia.
A presidente do Senado, a socialista Isabel Allende, disse que esta medida "faz bem ao país e faz bem à democracia".
A ministra da secretaria-geral da presidência, Ximena Rincón, assegurou aos jornalistas que "este é um dia histórico para o Chile , tanto para os que vivem no país como no exterior".
"É uma moção que foi lançada há vários anos e que hoje, com um respaldo muito grande do Senado, foi conseguida", acrescentou.
Já o senador da Renovação Nacional, Alberto Espinho, da oposição, afirmou que a decisão de hoje "é um momento importante para modernizar a democracia".
"Nos alegramos deste passo, as democracias são mais sólidas e fortes quanto mais pessoas podem participar dela. Hoje fazemos justiça com milhares de chilenos", acrescentou.
A medida regula o exercício do sufrágio dos cidadãos que fora do país, permitindo a eles votar nas eleições nacionais, tanto nas primárias presidenciais e nas eleições para presidente da república.
O projeto já tinha sido aprovado pela Câmara dos Deputados com uma indicação do governo, que estabelecia que o cidadão chileno que estiver fora do país só precisa manifestar uma vez em um consulado o desejo de votar, ficando assim habilitado permanentemente para exercer seu direito.