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Palestinos entregam documentos para entrar na Corte de Haia

Entrega dos documentos foi o último passo formal para fazer parte da corte, decisão que foi anunciada na quarta-feira pelo presidente Mahmoud Abbas

Entrega dos documentos foi o último passo formal para fazer parte da corte, decisão que foi anunciada na quarta-feira pelo presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas (Abbas Momani/AFP)
DR

Da Redação

Publicado em 2 de janeiro de 2015 às 16h51.

Nações Unidas - A Autoridade Palestina entregou nesta sexta-feira, na Sede da Organização das Nações Unidas ( ONU ), os documentos necessários para a admissão no Tribunal Internacional de Justiça. Com o movimento, eles esperam denunciar líderes israelenses por supostos crimes de guerra contra o povo palestino.

A entrega dos documentos foi o último passo formal para fazer parte da corte, decisão que foi anunciada na quarta-feira pelo presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, em reunião televisionada. "Este é um passo bastante significativo", afirmou o embaixador palestino na ONU, Ryad Mansour. "É uma opção que temos em nossa busca por justiça para todas as vítimas de Israel", disse.

A decisão foi duramente criticada por Israel, que ameaçou retaliar os palestinos em caso de admissão na corte. Os Estados Unidos também se opuseram à estratégia, que, em sua opinião, deixaria um acordo de paz entre as partes mais distante.

Segundo Mansour, os palestinos procurarão denunciar supostos crimes cometidos por Israel, inclusive a construção de assentamentos em território palestino. O embaixador palestino afirmou que os assentamentos constituem "um crime de guerra" sob o Estatuto de Roma, estabelecido pela mesma corte. Fonte: Associated Press.

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Nações Unidas - A Autoridade Palestina entregou nesta sexta-feira, na Sede da Organização das Nações Unidas ( ONU ), os documentos necessários para a admissão no Tribunal Internacional de Justiça. Com o movimento, eles esperam denunciar líderes israelenses por supostos crimes de guerra contra o povo palestino.

A entrega dos documentos foi o último passo formal para fazer parte da corte, decisão que foi anunciada na quarta-feira pelo presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, em reunião televisionada. "Este é um passo bastante significativo", afirmou o embaixador palestino na ONU, Ryad Mansour. "É uma opção que temos em nossa busca por justiça para todas as vítimas de Israel", disse.

A decisão foi duramente criticada por Israel, que ameaçou retaliar os palestinos em caso de admissão na corte. Os Estados Unidos também se opuseram à estratégia, que, em sua opinião, deixaria um acordo de paz entre as partes mais distante.

Segundo Mansour, os palestinos procurarão denunciar supostos crimes cometidos por Israel, inclusive a construção de assentamentos em território palestino. O embaixador palestino afirmou que os assentamentos constituem "um crime de guerra" sob o Estatuto de Roma, estabelecido pela mesma corte. Fonte: Associated Press.

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