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ONU pede medidas inéditas para evitar piores efeitos do aquecimento global

Relatório do IPCC disse que no ritmo de aquecimento atual as temperaturas globais subiriam 1,5ºC entre 2030 e 2052
Clube de gelo flutuando na Islândia: a meta menor também reduziria a perda e extinção de espécies e o impacto sobre ecossistemas terrestres, litorâneos e de água doce, disse o relatório (Reuters/Thibault Camus)
Clube de gelo flutuando na Islândia: a meta menor também reduziria a perda e extinção de espécies e o impacto sobre ecossistemas terrestres, litorâneos e de água doce, disse o relatório (Reuters/Thibault Camus)
Por ReutersPublicado em 08/10/2018 09:26 | Última atualização em 08/10/2018 09:26Tempo de Leitura: 3 min de leitura

Coreia do Sul - A sociedade terá que adotar mudanças "inéditas" na maneira como consome energia, viaja e constrói para cumprir uma meta de aquecimento global menor, ou corre o risco de aumentos nas ondas de calor, tempestades causadoras de enchentes e chances de seca em algumas regiões, além da perda de espécies, alertou um relatório da ONU nesta segunda-feira.

Manter a elevação da temperatura da Terra em somente 1,5 grau Celsius, ao invés dos 2ºC combinados nas negociações do Acordo de Paris de 2015, teria "benefícios claros para as pessoas e os ecossistemas naturais", disse o Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática das Nações Unidas (IPCC), nesta segunda-feira, em um comunicado que anunciou o lançamento do relatório.

O relatório do IPCC disse que, no ritmo de aquecimento atual, as temperaturas globais provavelmente subiriam 1,5ºC entre 2030 e 2052 após um aumento de 1ºC acima dos níveis pré-industriais desde meados do século 19.

Preservar a meta de 1,5ºC manteria a elevação do nível do mar em todo o mundo 0,1 metro menor do que com uma meta de 2ºC até 2100, afirma o documento. Isso pode diminuir as enchentes e dar tempo para os habitantes dos litorais, ilhas e deltas de rios do planeta se adaptarem à mudança climática.

A meta menor também reduziria a perda e extinção de espécies e o impacto sobre ecossistemas terrestres, litorâneos e de água doce, disse o relatório.

"Havia dúvida se seríamos capazes de diferenciar impactos desencadeados com 1,5ºC e que apareciam tão claramente. Até os cientistas ficaram surpresos de ver quanta ciência já havia ali e o quanto podiam diferenciar e quão grandes são os benefícios de se limitar o aquecimento global em 1,5ºC comparado a 2ºC", disse Thelma Krug, vice-presidente do IPCC, à Reuters em uma entrevista.

"E agora mais do que nunca sabemos que todo e qualquer aquecimento importa", disse Thelma.

O IPCC se reuniu na semana passada em Incheon, na Coreia do Sul, para finalizar o relatório, preparado a pedido dos governos em 2015 para avaliarem a possibilidade e a importância de limitar o aquecimento global a 1,5ºC.

O relatório é visto como o principal guia científico para os formuladores de política dos governos decidirem como implantar o Acordo de Paris de 2015 durante a Conferência sobre a Mudança Climática de Katowice, na Polônia, em dezembro.

Para manter o aquecimento em 1,5ºC, as emissões humanas de dióxido de carbono (CO2) teriam que recuar em cerca de 45 por cento até 2030 em comparação com os níveis de 2010 e chegar a "quase zero" até a metade do século. Quaisquer emissões adicionais exigiriam retirar o CO2 do ar.